Frase do dia

  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
Search

O Ministério dos Negócios Estrangeiros, liderado por Paulo Rangel, saudou nas redes sociais a libertação, na manhã desta quarta-feira, dia 22, de Héctor Domingues, um dos seis luso-descendentes que ainda cumpriam na Venezuela pesadas penas de prisão por motivos políticos. Mas o facto de o primeiro-ministro Luís Montenegro, horas depois de Héctor ter saído da cadeia, ter recebido em Lisboa a líder da oposição venezuelana, Corina Machado, “vai tornar mais difícil” a libertação dos outros cinco luso-venezuelanos.

Segundo uma fonte da numerosa comunidade portuguesa em Caracas, o governo da Venezuela – encabeçado por Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo em janeiro após a detenção de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos – “não gostou nem um bocadinho” de Corina Machado ter sido recebida com pompa por Luís Montenegro.

“O Governo de Portugal tem negociado com as autoridades da Venezuela a libertação de lusodescendentes. Desde janeiro, quando Maduro foi afastado do poder, foram libertados cinco presos. Seria prudente não afrontar com quem está a negociar. A notícia do encontro de Corina com Luís Montenegro caiu muito mal”, diz a mesma fonte que pede para não ser identificada.

A imprudência de Montenegro em ter recebido a líder da oposição venezuelana não terá consequências apenas na libertação dos portugueses. Também vai dificultar a entrada de empresas portuguesas no país. Segundo a mesma fonte, um homem de negócios bem relacionado com o novo poder, “os empresários portugueses não vão ter as portas abertas se quiserem investir na Venezuela”.

O país atravessa um momento de transição política que, de acordo com a nossa fonte, é favorável ao investimento estrangeiro, principalmente, na área dos petróleos. Uma oportunidade que Portugal arrisca perder se continuar, sem estratégia, a querer estar bem com deus e o diabo: “é com Delcy Rodríguez que o Governo português deve falar, não com Corina Machado”.

A comunidade portuguesa, calculada em um milhão de pessoas, tradicionalmente proprietária de mercearias, padarias, supermercados, restaurantes, “também agradeciam que Luís Montenegro percebesse que, por agora, Corina Machado não dá pão a ninguém”.

Recomendado para si