Frase do dia

  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
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O anúncio feito pelo porta-voz do MPLA, Esteves Hilário, da recandidatura de João Lourenço à presidência do partido volta a colocar no centro da agenda política angolana a questão da sucessão e da continuidade no poder.

A confirmação de que o atual chefe de Estado pretende manter a liderança do MPLA surge numa fase em que o partido procura reforçar a sua coesão interna e preparar os próximos desafios políticos e eleitorais.

A decisão é interpretada por vários analistas como um sinal de estabilidade dentro da estrutura dirigente do partido no poder, mas também como uma demonstração de que João Lourenço pretende continuar a controlar os principais dossiers políticos e estratégicos do país.

Nos bastidores, a sucessão no MPLA vinha sendo alvo de especulação nos últimos meses, sobretudo devido ao desgaste natural de dois mandatos presidenciais e às disputas internas entre diferentes sensibilidades do partido.

O porta-voz do MPLA sublinhou que a candidatura resulta de um amplo consenso interno, defendendo a necessidade de continuidade na execução das reformas políticas, económicas e institucionais iniciadas nos últimos anos. O próximo congresso do MPLA deverá, assim, assumir uma importância decisiva para o futuro equilíbrio político em Angola.

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