Frase do dia

  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
Search

Portugal regista níveis intermédios de saúde mental no contexto internacional, mas os indicadores revelam sinais de fragilidade, sobretudo entre os jovens adultos. A conclusão consta do relatório Global Mind Health 2025, divulgado esta quinta-feira, dia 26, que analisa o bem-estar psicológico da população em vários países e identifica tendências preocupantes nas gerações mais novas.

De acordo com o estudo, uma parte significativa dos portugueses apresenta sintomas associados a stress elevado, dificuldades de concentração, cansaço emocional e perturbações do sono. Embora o País não figure entre os que apresentam os piores resultados globais, também não integra o grupo com níveis mais elevados de bem-estar psicológico, posicionando-se em 46º lugar entre os 84 países analisados.

A faixa etária entre os 18 e os 24 anos destaca-se como a mais vulnerável. Os jovens portugueses apresentam resultados significativamente inferiores aos das gerações mais velhas, refletindo maior exposição a ansiedade, instabilidade emocional e sentimentos de insegurança. O relatório associa estes dados a fatores como pressão económica, precariedade laboral, dificuldades no acesso à habitação e utilização intensiva de redes sociais.

Em contraste, os indivíduos com mais de 55 anos revelam níveis mais elevados de estabilidade emocional e satisfação geral, mantendo indicadores mais positivos no conjunto das variáveis avaliadas.

Entre os fatores que mais influenciam a saúde mental em Portugal, o estudo destaca a qualidade do sono, a estabilidade financeira, o equilíbrio entre vida profissional e pessoal e a existência de redes de apoio familiar e social. A insegurança económica surge como um dos elementos com maior impacto negativo nos níveis de ansiedade e stress reportados.

O relatório conclui que, de forma global, “os países com melhores indicadores de saúde mental são maioritariamente da África subsaariana”, contrastando com várias economias desenvolvidas que surgem entre as piores classificadas. Países como Reino Unido, Japão ou Alemanha apresentam resultados significativamente mais baixos no índice avaliado.

No topo da tabela surge o Gana, que lidera o ranking internacional. Entre os países lusófonos, Moçambique destaca-se como o melhor posicionado, ocupando o 12.º lugar na classificação geral.

Recomendado para si