Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
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Lena d’Água, de 69 anos, voltou às luzes da ribalta ao ser distinguida com um Globo de Ouro por ser considerada a melhor intérprete, na categoria de música. Este sábado, esteve no programa ‘Alta Definição’, da SIC, onde contou como superou um passado ligado às drogas e com relações violentas. Além disso, a cantora revelou que nem sempre teve uma boa relação com a única filha, Sara: “Sei que a fiz sofrer.”

A artista considerou que não aprendeu muito com a filha e realçou as diferenças que as separam. “Nós somos muitíssimo diferentes. Tem sido uma luta para nos entendermos”, confessou. Contudo, mulher que fez sucesso à frente de uma banda de rock, garante que hoje em dia tem muito cuidado para não magoar Sara, revelando que já foi “muito agressiva” com a filha.

No entanto, Lena d’Água falou ainda dos tempos conturbados em que foi viciada em droga. A “fase difícil” durou 9 anos e a cantora chegou a vender o apartamento onde vivia para ter dinheiro. “Essa porta está fechada há quase 30 anos. Quando eu estava naquela fase de andar a fumar aquela droga [metadona], só mesmo os mais íntimos meus é que sabiam”, disse.

Entre amores e desamores, Lena d’Agua viveu ainda duas relações tóxicas. Chegou a ser agredida e contou uma das situações, que poderia ter sido fatal: “Podia ter ficado ali. Fui estrangulada no chão da cozinha.”

A artista celebra 50 anos de carreira num concerto na Casa da Música, no Porto, a 19 de outubro e disse ainda que prepara um livro autobiográfico.

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