Frase do dia

  • “É o manto verde a funcionar”, Rui Borges, com ironia sobre a arbitragem no Aves-Sporting
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As Ordens dos Médicos e dos Nutricionistas estão a preparar mudanças nas suas regras de ética para combater a pseudociência — práticas que se apresentam como terapêuticas, mas que não têm provas científicas de que funcionam ou são seguras.

No caso da Ordem dos Médicos, a revisão do código deontológico já decorre e o aviso é claro: os médicos terão de escolher entre a medicina científica e as terapias alternativas. Em declarações ao jornal Público, Luís Cunha Miranda, coordenador do Observatório do Acto Médico, explica que o objetivo é “fazer com que os médicos tenham uma visão muito clara” da fronteira entre a ciência e o que não tem fundamento. Na prática, os médicos deverão deixar de poder dar consultas de “medicina integrativa”, uma área que a Ordem não reconhece como especialidade.

Já na Ordem dos Nutricionistas, a futura revisão das normas éticas pretende erradicar o uso de termos como “nutrição funcional”, frequentemente associado a práticas sem validade. Carla Pedrosa, vice-presidente da Ordem, revelou ao Público que a instituição quer uma regulação rigorosa dos termos que os profissionais podem usar, prevendo consequências para quem utilizar estas designações de forma incorreta.

A responsável justifica a atualização das regras com a passagem do tempo e o surgimento de novos cenários, como as consultas online. Em entrevista ao mesmo jornal, Carla Pedrosa deixou ainda um alerta sobre suplementos e “produtos naturais”: ao contrário dos medicamentos de farmácia, estes produtos raramente são testados. “A segurança que um produto desses nos dá é zero”, avisa, lamentando a falsa sensação de segurança que os utentes sentem em relação ao que é vendido em ervanárias.

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