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  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
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Os países da União Europeia (UE) aprovaram esta sexta-feira, dia 9, o acordo com o Mercosul, após mais de 25 anos de negociações.

Em declarações ao 24Horas, Miguel Relvas comentou este dia histórico: “Este é um acordo histórico para a Europa. Nós estamos a falar do maior espaço de comércio livre no mundo entre os países da União Europeia (UE) e o Mercosul. Sou daqueles que acho que não o fazemos voluntariamente. Fazemos isto porque hoje nos sentimos condicionados pela política americana, a política de tarifas, a geopolítica. A visão que a Europa começa a ter do mundo obriga-nos, e bem, a perceber que temos de gerar novos mercados, para que a nossa economia possa crescer.”

O comentador explica a importância deste acordo para Portugal: “Para a economia portuguesa [o acordo] é extraordinariamente importante, particularmente no setor alimentar, para o nosso vinho, para o nosso azeite, para os nossos queijos, mas também para as empresas de tecnologia. Estamos a virar uma página na política económica da UE, abrindo um novo espaço de intervenção, um espaço que nas próximas décadas consolidará o desenvolvimento da América Latina, da América do Sul, destes quatro países, mas simultaneamente permitirá a Europa, em termos tecnológicos e noutras áreas, poder consolidar o crescimento da nossa economia e a qualidade de vida dos nossos cidadãos.”

O ex-deputado do PSD, falou ainda da resistência de Donald Trump a este acordo: “Donald Trump ficou muito animado com as resistências que foram feitas por parte da França, Irlanda, Hungria e também da Itália, que foi agora ultrapassado, porque viu aqui uma oportunidade de poder consolidar, da parte dos Estados Unidos, para a América do Sul, novos mercados e contrariar aquela política arrogante das tarifas americanas que estão a demonstrar que na economia americana não resultou tanto como previsto.”

Miguel Relvas considera que “a Europa, independentemente da posição dos Estados Unidos, tem que ter vida própria, tem que ser capaz de olhar para estas circunstâncias e para estas oportunidades, como também tem que olhar para o México, tem que olhar para o Canadá e aproveitar as debilidades e as dificuldades que a América está a criar para criar novas oportunidades”.

Veja as declarações de Miguel Relvas:

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