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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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A cidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais, vive dias de luto e destruição após as fortes chuvas que fustigam a região desde segunda-feira. Pelo menos 22 pessoas morreram em consequência de deslizamentos de terra, soterramentos e inundações provocadas pelo volume excepcional de precipitação. Centenas de moradores ficaram desabrigados e diversas famílias tiveram de abandonar as suas casas por risco estrutural.

Perante o cenário de devastação, a autarquia decretou estado de calamidade pública, permitindo acelerar a mobilização de recursos estaduais e federais. Equipas da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros continuam no terreno, sobretudo nas áreas de encosta, onde o solo permanece instável. Fevereiro já é apontado como o mês mais chuvoso da história recente do município, com acumulados muito acima da média.

Enquanto Minas Gerais concentra o impacto mais grave, outros estados também enfrentam consequências severas do mau tempo. Em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, uma idosa morreu após a água invadir a residência onde vivia. O município registou centenas de desalojados e entrou em nível máximo de alerta devido aos alagamentos generalizados.

Já em São Paulo, as chuvas provocaram interdições em importantes vias de acesso ao litoral norte, após deslizamentos e risco de queda de barreiras. As autoridades rodoviárias recomendaram que os condutores evitem deslocações desnecessárias nas zonas afectadas, devido ao perigo persistente. Entretanto, apesar das chuvas, o Sistema Cantareira de captação de água para São Paulo, ainda opera em nível crítico, com menos de 30%.

O cenário reforça o alerta das autoridades meteorológicas para a continuidade de instabilidade atmosférica em várias regiões do país. Mas é em Juiz de Fora que a tragédia assume contornos mais dramáticos: bairros destruídos, famílias desalojadas e uma cidade inteira a tentar recuperar de uma das piores catástrofes climáticas da sua história recente.

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