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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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António Mota, figura central da Mota-Engil e responsável por transformar a empresa familiar numa das maiores construtoras nacionais, morreu este domingo, dia 30, aos 71 anos, avançou o Eco.

Conhecido por dizer que ser “filho do patrão” lhe dava vantagens, mas também a obrigação de “provar o dobro”, dedicou a vida à expansão do grupo iniciado pelo pai, deixando agora aos filhos e sobrinhos um legado marcado por décadas de crescimento.

Nascido em 1954, em Amarante, formou-se em Engenharia Civil pela Universidade do Porto. Depois de ocupar diversos cargos operacionais, assumiu a direção-geral da Mota & Companhia, em 1981, e tornou-se vice-presidente executivo entre 1987 e 1995, ano em que sucedeu ao pai na presidência.

Entre 1995 e 2023, esteve à frente da construtora, após ter passado por vários cargos de direção desde que entrou na empresa como estagiário, em 1976. Em abril deste ano, abandonou também a vice-presidência do conselho de administração, cedendo definitivamente espaço à terceira geração, liderada pelo sobrinho Carlos Mota dos Santos.

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