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  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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Elon Musk, de 54 anos, anunciou uma alteração relevante na estratégia da SpaceX, passando a dar prioridade à construção de uma cidade sustentável na Lua em vez de concentrar todos os esforços iniciais na criação de uma cidade em Marte. Durante anos, o excêntrico empresário americano apresentou a colonização do planeta vermelho como o grande objetivo da empresa, defendendo que tornar a humanidade multiplanetária é essencial para garantir a sobrevivência a longo prazo da civilização.

Agora, Musk considera que a Lua oferece condições mais favoráveis para dar esse primeiro passo, com a ambição de desenvolver uma presença lunar estruturada num horizonte inferior a uma década. Segundo o empresário, “a prioridade é garantir o futuro da civilização e a Lua é mais rápida”, destacando que as janelas de lançamento para o satélite natural da Terra ocorrem aproximadamente a cada 10 dias, enquanto para Marte surgem apenas a cada 26 meses.

Musk referiu ainda que as viagens até à Lua duram cerca de dois dias, ao passo que o percurso até ao planeta vermelho pode prolongar-se por aproximadamente seis meses. Já uma iniciativa equivalente em Marte poderá exigir mais de 20 anos de desenvolvimento, enquanto o objetivo lunar poderá ser alcançado em menos de dez anos, de acordo com as estimativas que apresentou.

Apesar da mudança de foco, o plano de chegar a Marte não foi abandonado. A SpaceX mantém a visão de estabelecer uma presença humana permanente no planeta vermelho, mas entende que começar pela Lua poderá acelerar o desenvolvimento das tecnologias e da infraestrutura necessárias. A empresa prevê o início de esforços mais concretos para a colonização marciana dentro de cerca de cinco a sete anos, incluindo a continuação dos testes e a expansão das capacidades do foguetão Starship, que permanece como peça central tanto para missões lunares como para futuras viagens interplanetárias.

Musk indicou também a intenção de levar uma nave não tripulada a Marte já no final de 2026, como parte do processo de validação tecnológica antes de missões tripuladas. Esta estratégia faseada reforça o compromisso de longo prazo com o planeta vermelho, mesmo com a prioridade imediata centrada na Lua. A colaboração com a NASA mantém-se igualmente relevante, especialmente nos programas que visam o regresso de astronautas à superfície lunar pela primeira vez desde 1972.

Neste contexto, a aposta na Lua surge como um passo intermédio mais rápido e operacionalmente mais acessível, permitindo testar sistemas, consolidar infraestrutura e desenvolver capacidade para sustentar uma cidade autossustentável ao longo da próxima década. Só depois dessa consolidação é que a expansão em direção a Marte poderá avançar de forma mais estruturada, preservando o objetivo estratégico de longo prazo de estabelecer presença humana permanente além da Terra.

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