Nuno Albuquerque Gaspar, fotógrafo ligado à família real portuguesa e um dos fundadores da Juventude Monárquica, morreu no sábado, dia 26, vítima de um enfarte. Tinha 38 anos. Natural de Lisboa e residente em Almada, era uma figura próxima do movimento monárquico e membro da Direção da Causa Real, associação que coordena a nível nacional o movimento monárquico português.

Ao longo dos últimos anos, Nuno Albuquerque Gaspar acompanhou de máquina fotográfica em punho vários momentos da família de D. Duarte de Bragança, entre eles o casamento da infanta Maria Francisca e aniversários do chefe da Casa Real. A morte inesperada provocou numerosas mensagens de pesar.

“Era um monárquico convicto e amigo da nossa família”, escreveu D. Duarte, recordando-o como “um grande fotógrafo” que acompanhou durante anos os principais momentos familiares, sempre com “enorme simpatia e disponibilidade”.

A Causa Real lamentou a perda de “um monárquico militante, um artista talentoso, mas acima de tudo um amigo leal”, destacando a dedicação de um dirigente que “nunca fugiu ao trabalho”. A Real Associação de Lisboa recordou, por sua vez, a “excecional generosidade” com que acompanhava e ajudava a organizar iniciativas monárquicas.

Também o CDS, partido no qual militava, prestou homenagem a Nuno Albuquerque Gaspar, descrevendo-o como “um homem de carácter, de lealdade e de princípios” e um profissional apaixonado pela fotografia. Antes de seguir esta profissão, iniciou uma licenciatura em Conservação e Restauro, mudando posteriormente a sua formação para Fotografia.

Nuno Albuquerque Gaspar