Brad Pitt, de 62 anos, abriu o coração sobre uma fase particularmente dolorosa da sua vida, marcada pela separação de Angelina Jolie (51) e por problemas familiares. O ator norte-americano revelou que chegou a ter pensamentos suicidas durante esse período, admitindo que sentia uma dor tão intensa que chegou a compreender o desespero de quem procura pôr fim à própria vida.

“Nunca fui suicida, exceto por um breve período. E, naquele período, apenas pensei que... não conseguia... simplesmente não via uma saída”, confessou Brad Pitt à revista Esquire.

O protagonista de 'Clube de Combate' explicou que o sofrimento era tão avassalador que chegou a associar a ideia da morte a uma forma de alívio. Ainda assim, destacou que o instinto de sobrevivência acabou por prevalecer. “Entendo o suicídio, no sentido de que é simplesmente um alívio. É apenas procurar alívio para a dor.”

O antigo casal tem seis filhos e o afastamento entre o ator e alguns deles tem sido alvo de atenção mediática. Questionado sobre se estava a enfrentar problemas relacionados com os filhos, Brad Pitt preferiu não entrar em pormenores. “Questões familiares. Podemos deixar por isso mesmo.”

O divórcio de Brad Pitt e Angelina Jolie foi anunciado em 2016, após uma relação que esteve durante anos sob os holofotes de Hollywood. A separação deu origem a uma longa disputa judicial e familiar.

Na mesma entrevista, Pitt falou ainda sobre a sua relação com o álcool. O ator contou que esteve sete anos sem beber, mas acabou por voltar a consumir bebidas alcoólicas, procurando agora fazê-lo de forma mais moderada. “Fiquei sóbrio por sete anos. E aí voltei a beber. De uma maneira mais moderada.”