Kiko is Hot voltou a posicionar‑se publicamente sobre o conflito no Médio Oriente ao revelar que recusou um convite da Embaixada de Israel para se deslocar ao país e participar num evento oficial. O influenciador explicou que optou por não comparecer e deixou um aviso aos seguidores, afirmando que iniciativas deste género podem servir para “limpar a imagem” do país em contexto de guerra.
"Sim, também me convidaram para ir a Israel com tudo pago, no mês do Pride, celebrar o amor! Adivinham a minha resposta?", começa por dizer. "Nos últimos dias vários influenciadores portugueses foram convidados pela embaixada para ir a Israel. Cada pessoa faz as suas escolhas, eu fiz a minha. Ao contrário do que estes influenciadores acham, eles não foram convidados por serem muito bonitos, e muito lindos, e muito bons naquilo que fazem, e porque Israel é um estado que adora dar. Não! Isto é uma questão de diplomacia política, isto é uma questão de limpar a imagem ou apaziguar aquilo que nós sabemos que Israel tem feito há bastante tempo", explica.
"O problema é que há imagens que nenhuma viagem de influenciadores pode apagar. 70 mil pessoas já foram mortas no genocídio que Israel está a fazer à Palestina, muitas delas crianças. E atenção, isto não é sobre odiar israelitas. É sobre perceber o que se está a aceitar e como se está a usar a nossa influência numa operação de relações públicas enquanto o país e o mundo assiste a um dos maiores genocídios de sempre. Israel já violou várias vezes o código que existe, a ONU já avisou e eles não podem estar acima da lei", terminou.
Kiko is Hot tem sido uma das figuras públicas portuguesas mais críticas em relação às ações militares israelitas em Gaza, partilhando regularmente conteúdos sobre a situação humanitária na região.

















