Angola tem atualmente identificados 30 projetos turísticos avaliados em cerca de 1,79 mil milhões de euros, com potencial para criar quase 13 mil postos de trabalho. A esmagadora maioria do investimento — 95% — está concentrada em Luanda, Icolo e Bengo e Benguela.
Luanda lidera a carteira com 661 milhões de euros, seguindo-se Icolo e Bengo, com 580 milhões, e Benguela, com 462 milhões. Cabinda e Malanje completam o grupo das cinco províncias com maior volume previsto, com 43 milhões e 35 milhões de euros, respetivamente.
Do total de capital identificado, 64% deverá ter origem internacional e 36% nacional. O Governo quer atrair operadores hoteleiros, fundos especializados, investidores dos países do Golfo, capitais portugueses e brasileiros, instituições financeiras internacionais e empresários da diáspora.
Entre os projetos considerados prioritários surgem Cabo Ledo, Calandula e Okavango, enquanto a estratégia inclui também ativos como Mussulo, Baía dos Tigres, Serra da Leba, Tundavala e Morro do Moco.
Lisboa, Londres e Dubai deverão receber ações de promoção e contacto com investidores.

















