Frase do dia

  • “Pus-me no papel da mãe que tudo pode. Mas não somos capazes durante muito tempo”, chef Filipa Gomes
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No Dia Mundial da Língua Portuguesa, que se comemora esta terça-feira, dia 5, Luís Montenegro e António José Seguro destacaram o papel crescente do nosso idioma no mundo. Em Portugal, os números confirmam a tendência, as inscrições nos cursos de português para imigrantes mais do que duplicaram nos últimos cinco anos.

O primeiro-ministro, de 53 anos, assinalou a data numa mensagem publicada na rede social X, sublinhando que o português “permite construir pontes entre centenas de milhões de falantes, na CPLP e em todos os cantos do planeta”. Para Montenegro, trata-se de “uma língua de futuro”, com presença crescente na ciência, na cultura, na economia e na inovação global.

O Presidente da República, de 64 anos, foi na mesma direção, considerando que a língua portuguesa é “um instrumento de comunicação e influência, um ativo cultural, estratégico e económico”, que une mais de 290 milhões de pessoas espalhadas por vários continentes. O novo inquilino de Belém apelou ainda à valorização da herança literária do idioma, de Camões a Saramago, de Fernando Pessoa a Mia Couto.

Os números internos dão razão ao otimismo. As inscrições nos cursos de Português Língua de Acolhimento (PLA), destinados a imigrantes maiores de 16 anos, passaram de cerca 22.014 mil em 2020/2021 para 56.397 mil em 2025, segundo dados da Agência para a Integração, Migrações e Asilo.

No mesmo período, o número de ações formativas quase triplicou, de 1.143 para 2.887. A procura ultrapassa já os grandes centros urbanos. Em Vila Nova de Poiares, no distrito de Coimbra, por exemplo, a câmara municipal teve de criar três turmas de diferentes níveis para responder ao aumento de inscrições. Em Sines, as listas de espera situam-se entre um a dois meses. Em Almeirim, no distrito de Santarém, funcionam atualmente quatro turmas com cerca de 80 formandos no total.

Os cursos são gratuitos e certificados com um diploma reconhecido para efeitos de pedido de nacionalidade e autorização de residência permanente, dispensando os formandos aprovados da chamada “prova de nacionalidade”. As formações decorrem maioritariamente em horário pós-laboral e todas as despesas de alimentação e transporte ficam a cargo das entidades promotoras.

A língua portuguesa cresce no mundo e cresce também dentro de portas. Os dados mostram que aprender português deixou de ser apenas uma questão de integração para se tornar, cada vez mais, uma porta de entrada para o futuro.

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