Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
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Rui Gomes da Silva

A Constituição Portuguesa de 1976 sempre foi 'um rio que separou os homens' no regime saído da Revolução de 1974. Um...

A Constituição Portuguesa de 1976 sempre foi ‘um rio que separou os homens’ no regime saído da Revolução de 1974.

Um imenso rio que separou uma esquerda feliz e contente com a cristalização de uma revolução que era feita através desse texto constitucional, numa visão imobilista face a cada desafio surgido, perante uma direita (um bloco do centro direita para não chocar os mais puristas), que sempre se bateu contra o texto proto-marxista e revolucionário de uma lei fundamental, depois corrigida pelas revisões de 1982 e 1989.

Em 1982, ao acabar-se com um Conselho da Revolução, que manteve, até então, os militares no centro do poder político (quer no controlo do texto constitucional, quer como órgão de consulta do Presidente da Republica, depois substituído pelo Tribunal Constitucional e pelo Conselho de Estado), e, em 1988, ao dar uma ‘machadada’ num sistema de economia centralizada, onde, até então, não podiam existir Bancos, Seguradoras ou Televisões que não fossem propriedade do Estado.

Era este o Portugal que o Partido Comunista queria manter, mas era este também o País que muitos socialistas defendiam dever continuar a existir!

Em honra a esse permanente imobilismo, são estes (ou os seus filhos e netos) os que não aceitam, hoje, renovar o texto constitucional!

E se, para esses, existem razões históricas que os não deixam perceber para onde ‘sopram os ventos do futuro’, aos da direita (ou do centro direita como gostam de se chamar a si próprios) estranha-se esse imobilismo inconsequente.

Ou melhor, talvez se compreenda… porque não sabem o que fazer de ideias novas, têm medo de reformas, odeiam tudo o que lhes perturbe o gozo que dá ocupar um lugar no Governo que não seja o de fruir o momento!

Não perceberam que, os de quem eles invocam serem herdeiros (embora nunca o sejam… tal a diferença de dimensão política que os separa), conquistaram maiorias absolutas começando por querer mudar a Constituição.

Foi assim com Francisco Sá Carneiro, em 1979 e 1980!

Foi assim com Aníbal Cavaco Silva, em 1985 e 1987!

Será assim com André Ventura em 2026… até à obtenção de uma maioria absoluta, como as de Sá Carneiro ou de Cavaco Silva!!!

Porque André Ventura é hoje o único a perceber que um projeto político consequente e abrangente tem de incluir uma proposta de revisão que adapte o texto da Constituição aos novos tempos que vivemos.

André Ventura percebeu ser esse o caminho… um caminho coerente, ambicioso, consequente e corajoso… para dar um novo Portugal a todos os Portugueses!!!

A esquerda não o quer, por razões ideológicas!

O centro ‘fofinho’ e que se contenta em ocupar os cargos do pelo prazer de lá estar acha que isso só perturba a fruição desse estatuto, odiando quem lhe quer dar trabalho com reformas!

Resta André Ventura, que, tendo percebido que este é o caminho, não tem medo de o percorrer, disposto a enfrentar os sucessores dos que também combateram Francisco Sá Carneiro e Aníbal Cavaco Silva… com os mesmos argumentos, até mesmo o de lhes terem chamado “fascistas”!

E se a História se repete, os vencedores estão sempre do lado certo, do lado dos que merecem vencer, pelas suas convicções, pela sua frontalidade, pelo seu compromisso com o futuro… neste caso… de Portugal.

E tal como os outros líderes do passado do lado de quem tem carisma e é capaz de nos emocionar!

Um futuro que em Portugal, em 2026 passa pela revisão constitucional… como tão bem percebeu André Ventura!