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  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
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José Braga Gonçalves

Todos nos lembramos do filme ‘O Caçador’ e da marcante cena do jogo de roleta russa. É de suster a...

Todos nos lembramos do filme ‘O Caçador’ e da marcante cena do jogo de roleta russa. É de suster a respiração. Ao olharmos hoje para o Irão, revemos a cena, com outros atores, moribundos uns, outros caídos no chão.

Os russos, inventores da roleta de morte e que ensinaram os iranianos a jogar, como estes antes lhes ensinaram o jogo de xadrez (shatranj), não lhes disseram que na roleta russa o tambor da pistola é suposto levar apenas uma bala, e não cinco. E que, ao fim de cada sorte de tiro, se deve rodar o mesmo, antes de disparar novamente.

Acontece que os russos estão a olhar de longe e apenas a fazer sinais com bandeirinhas. Os Aiatolás, esses, continuam a disparar sem rodar o tambor. E de cada vez, cai mais um, à espera de acertar na câmara sem bala. Mas há que os parar. Alguém tem que dizer àquela gente que já chega de arriscarem a vida de todo um país milenar.

O que está em causa já não é só um regime cansado ou uma teocracia desvairada; é o próprio coração persa, a cultura que deu ao mundo a poesia de Hafez e as luzes de Isfahan.  Um país inteiro refém de um punhado de homens que confundem martírio com glória e poder com fé. Alguém lhes agite umas bandeirinhas.

Ou vão acabar em cacos, ou como a sua própria marinha, num qualquer fundo de mar. E não há volta a dar.