Frase do dia

  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
Search
Nicolae Sena Santos

As três derrotas de André Ventura nestas eleições presidenciais são mais do que um simples revés eleitoral: são um sinal...

As três derrotas de André Ventura nestas eleições presidenciais são mais do que um simples revés eleitoral: são um sinal político claro. A primeira derrota começou ainda antes das urnas abrirem. Ao apostar no adiamento do acto eleitoral e ao insinuar que a abstenção lhe poderia ser favorável, Ventura subestimou o eleitorado. Os portugueses responderam com maturidade cívica: foram votar. Quando a participação aumenta, a vitimização perde força.

A segunda derrota foi aritmética, mas não menos simbólica. Ficar atrás de Luís Montenegro revelou os limites do seu espaço político. A narrativa de crescimento imparável esbarrou na realidade de um eleitorado que distingue protesto de governação.

A terceira derrota foi política e moral. Ser ultrapassado por António José Seguro, figura que regressou ao debate com sobriedade e elevação, expôs o contraste entre a estridência e a consistência. No fim, não foram apenas votos que faltaram a Ventura; faltou-lhe capacidade de alargar pontes. E a democracia mostrou, uma vez mais, que não se deixa capturar pelo ruído.