Frase do dia

  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
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Luís Campos Ferreira

Tal como Guterres, Pedro Sánchez também condenou os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irão. Este até foi mais...

Tal como Guterres, Pedro Sánchez também condenou os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irão. Este até foi mais longe e proibiu o uso de bases espanholas para as operações. Tornou-se o único membro Nato a recusar apoio. Ao mesmo tempo, a Arábia Saudita, que foi atacada com mísseis iranianos, condenou a agressão de Teerão e colocou a sua força militar à disposição dos aliados.

Ou seja, um país do Golfo, na linha da frente, agiu com mais determinação do que um país membro da Nato. Sánchez disse que é possível ser contra o regime iraniano e, ao mesmo tempo, ser contra aquilo que chamou de intervenção militar fora do direito internacional. Ora, a frase por si, soa bem, o problema é que, como convém relembrar, o regime teocrático de Teerão não é um regime legítimo.

Por isso, condenar é fácil, o difícil é apresentar uma solução para um regime que financia o terrorismo, desenvolve armas nucleares e oprime o próprio povo. Entretanto, do lado americano, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, garantiu que esta não será uma guerra sem fim. Descreveu a operação como uma missão clara e decisiva, com objectivos bem definidos: a destruição da ameaça balística e impedir que o Irão alguma vez venha a ter armas nucleares.

O que parece indicar que os americanos não tencionam que esta operação se estenda no tempo. Mas a ambição pode não ficar por aqui. O senador republicano, Lindsey Graham, um dos maiores aliados de Trump, já veio dar um sinal e dar um aviso que o regime cubano pode muito bem ser o próximo.