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  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
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José Paulo Fafe

Luís Montenegro saberá bem melhor do que eu, que na política tem, muitas vezes, de se tirar ‘coelhos da cartola’...

Luís Montenegro saberá bem melhor do que eu, que na política tem, muitas vezes, de se tirar ‘coelhos da cartola’ – por outras palavras, é ‘obrigatório’ surpreender, ir contra a corrente, levar apoiantes e adversários a tirarem o chapéu, e a deixar estes últimos sem grande capacidade de reação.

A política é muito isto – ter coragem e saber surpreender no momento certo.

Não é difícil de identificar em Portugal, assim de repente, uma mão-cheia de exemplos que, gostemos ou não, nos últimos anos, souberam-no fazê-lo como ninguém: Francisco Sá Carneiro, Mário Soares, Cavaco Silva ou até mesmo Pedro Passos Coelho personificam bem essa capacidade.

Muito do legado de qualquer um deles tem a ver com isso mesmo, com a capacidade e coragem que tiveram em momentos-chave de saber quando e como decidir, sabendo surpreender com a determinação e o foco que se exige a quem lidera.

Não querendo, nem de perto, nem de longe, como se diz, ‘ensinar o pai nosso ao vigário’, dei comigo há dias a pensar a quem Luís Montenegro poderia entregar o comando (e sublinho bem essa expressão, o comando…), com prazo e mandato, da reconstrução do nosso país.

E bastou-me colocar a mim mesmo três ou quatro perguntas para chegar a uma rápida e óbvia conclusão. A primeira dessas questões, sobre quem hoje em Portugal poderia ter a capacidade e a experiência de saber liderar uma equipa multidisciplinar que rapidamente planeie e comece a trabalhar? A segunda, sobre quem teria o indispensável peso político para tamanha tarefa, incutindo o respeito (e ‘receio’) suficiente para que nenhum ministro ouse deixar de atender-lhe o telefone? Finalmente, quem teria a consideração e admiração generalizada, para não dizer unânime, de autarcas e quadros superiores do Estado?

A resposta, essa, está no título deste texto…