Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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Nicolae Sena Santos

A influência de Jürgen Habermas na civilização ocidental é incontornável, sobretudo no modo como pensamos a democracia. Habermas defendeu que...

A influência de Jürgen Habermas na civilização ocidental é incontornável, sobretudo no modo como pensamos a democracia. Habermas defendeu que a legitimidade política nasce do debate racional entre cidadãos livres e iguais, uma ideia que hoje se vê confrontada com a ascensão do populismo.

O conceito de “esfera pública” é central na sua obra. Um espaço onde argumentos prevalecem sobre emoções e onde a verdade se constrói colectivamente. Porém, o populismo tende a subverter esse princípio, substituindo o diálogo por slogans, simplificações e antagonismos artificiais entre “o povo” e “as elites”. Representa não apenas uma alternativa política, mas mais que isso, uma erosão das próprias condições do debate democrático.

Habermas não ignorou as causas do fenómeno. Segundo ele, a desigualdade, a precariedade e a percepção de distanciamento em relação às instituições alimentam o descontentamento que o populismo explora. A sua resposta não passou por ceder à lógica populista. Antes, ele exigiu mais democracia, mais transparência, mais participação e uma comunicação pública mais exigente.

Num tempo de polarização e desinformação o pensamento de Habermas recorda-nos que a democracia não é apenas voto, mas argumentação, e que sem uma esfera pública robusta o risco não é apenas o conflito político mas sim a perda do próprio sentido de verdade em comum.