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  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
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Rui Gomes da Silva

Temos um novo Ministro da Administração Interna!!! Um novo MAI que não telefonou a anunciar “Pai… sou Ministro” (como um seu...

Temos um novo Ministro da Administração Interna!!!

Um novo MAI que não telefonou a anunciar “Pai… sou Ministro” (como um seu antecessor), mas – antes – sentiu um “apelo”… do Terreiro do Paço (presumimos nós)!

Um novo MAI que a prudência e a legítima expectativa de todos os portugueses, traduzidas no “talvez seja desta…”, me aconselharam a dar, num primeiro momento, o “benefício da dúvida”… o que não significou um cheque em branco nem, muito menos, pode ser confundido com uma caminhada “gloriosa” sem qualquer escrutínio!

Um benefício da dúvida – reconheço – com medo de que esta seja mais uma escolha pelo passado e não pelo que o presente possa trazer.

Uma escolha do atual primeiro-ministro, do PSD, do, até agora, Diretor Nacional da Polícia Judiciária, que tinha sido escolhido para esse cargo pelo anterior primeiro-ministro, do PS (de quem, aliás, a “voz populi” dizia ser amigo e visita de casa).

Uma escolha a recair sobre a mesma pessoa que – há uns meses – tinha ficado meses à espera de ser reconduzido no cargo de Diretor Nacional da Polícia Judiciária (vá lá saber-se porquê), exatamente por quem, agora, o “escolheu” para MAI.

Não acreditamos na tese conspirativa que as razões pelas quais não o conseguiu substituir então, serão as mesmas razões pelas quais foi obrigado a escolhê-lo, agora!

Mas o mais estranho de tudo isto talvez seja o elogio rasgado dos que, no PSD, sempre o viram como a encarnação do mal, e que, desta vez, foram os primeiros a bater palmas à escolha, ao lado dos seus velhos amigos do PS, esses, sim, coerentes nas razões e – quem sabe – esperançados que este novo ministro (agora já lá dentro) lhes possa “abrir a porta”, na primeira oportunidade.

Face a essa escolha, há os que aproveitam para constatar o “taticismo” permanente em que vive este Governo… e – confesso – não vejo como os desmentir!

Como os que estranham que não houve – da parte do convidado – mais do que umas simples palavras para o convite e para quem o fez, em vez de fazer realçar a honra que isso poderia ter representado, pelo projeto que estaria disposto a concretizar…

Tudo isto para além de passarmos a saber que, afinal, o Diretor Nacional da Polícia Judiciária não sabe nada de nada sobre investigações a correr na “Casa”… o que, ainda assim não dará para desvalorizar a escolha sobre quem será o sucessor de Luís Neves na PJ.

E – sejamos objetivos – ou o escolhido será um dos homens de confiança do agora MAI, e essa opção resultará numa derrota muito evidente de Luís Montenegro… ou a opção será por alguém que não tem nada a ver com Luís Neves e essa será a primeira derrota deste… como ministro.

Vitória ou derrota de quem – vindo de fora, sem qualquer ligação anterior com as máquinas partidárias, o que poderia explicar a opção – aceitou ir para um cargo com a importância de ministro da Administração Interna, sem levar consigo, para Secretário de Estado, alguém da sua confiança.

Nem um, sequer, em três possíveis!

E isto significará ou desvalorização desses “ajudantes” (na designação de Cavaco Silva) ou desconhecimento sobre “ao que vai”!

Ou será que o “apelo” também trazia instruções para não descer ao nível dos “meninos” – sempre com honrosas exceções – que acompanham Luís Montenegro no Conselho de Ministros?

Se for o “caso”… será “caso” para afirmar que, depois de já conhecermos o “apelo da selva” (versão Jack London), passaremos a ter, agora, a versão “apelo do Terreiro do Paço” (versão Luís Neves)!!!

A seguir as cenas dos próximos capítulos.