Frase do dia

  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
Search
Rui Gomes da Silva

Aníbal Cavaco Silva não valerá – hoje, em termos eleitorais – mais que os 11,3 % do que o ‘seu’...

Aníbal Cavaco Silva não valerá – hoje, em termos eleitorais – mais que os 11,3 % do que o ‘seu’ candidato obteve na primeira volta das últimas eleições presidenciais!

Seu e de Montenegro, que, com essa escolha, deram mais um empurrão para uma futura irrelevância do PSD.

Mas esse erro – como todos os que envolveram as suas apostas anteriores, sempre que se empenhou no apoio a lideranças do PSD, como com Manuela Ferreira Leite (em 2008 e 2009) ou com Rui Rio (especialmente em 2016) e, agora, numa confirmação de que ‘não há duas sem três’, com Luís Montenegro não o impede de vir dar lições de qual o caminho a seguir!

E a essa lição, de qual o caminho a seguir, junta a crítica feroz ao Chega, com todo o ‘ódio’ que acumulou a André Ventura.

Desconsideração como sempre a quem não se verga ao que quer, quem não o considera intocável, nem vê nele uma referência para todo o sempre.

E fá-lo com a desculpa da defesa do interesse nacional… logo ele que nunca se preocupou com nada… a não ser consigo mesmo.

Foi assim contra Francisco Pinto Balsemão (de 1981 a 1982), na indiferença em relação a Mota Pinto (de 1983 a 1985), contra quem dele discordou, na sua liderança (entre 1985 e 1995), no abandono a Diogo Freitas do Amaral (em 1986), contra quem ele achou que o poderia impedir de chegar a Presidente da República, como com Pedro Santana Lopes (em 2004 e 2005), contra que ele nunca suportou no PSD, como Luís Filipe Menezes (em 2007 e 2008) ou contra Pedro Passos Coelho, que nunca suportou, desde que foi líder da JSD, mas especialmente como líder do PSD e primeiro-ministro (entre 2011 e 2015).

Vem agora Cavaco Silva, em artigo publicado na semana passada, do alto do seu pedestal, dar conselhos sobre credibilidade política e sobre a necessidade de reformas para travar o Chega. O Chega, de André Ventura, que não lhe deve nada e que não lhe rende a homenagem de que sempre se julgou credor.

E não o faz porque não precisou nem vai precisar dele para nada. Antes pelo contrário. André Ventura e o Chega vão ganhar eleições sem o apoio de Cavaco e (repetindo o velho lugar comum), se necessário, contra Cavaco!

O que verdadeiramente preocupa Cavaco é o cada vez maior apoio popular e eleitoral do Chega e de André Ventura! Porque, se fosse verdade que o Chega demonstrava uma impreparação técnica evidente ao falar dos problemas do País, Cavaco não se preocuparia com o Chega.

O que os portugueses passaram a perguntar e, com isso, a desconsiderar as opiniões do ex-PM e ex-PR é porque é que Cavaco Silva não teve essa mesma coragem para afrontar José Sócrates, que fez dele ‘gato sapato’, e com quem conviveu de 2006 até 2011, ou para discordar de António Costa, quando este lhe apresentou a ‘geringonça’, em 2015, e até ter saído de Belém, em 2016?

Nas entrelinhas do seu artigo, percebe-se o desconforto de Cavaco Silva com a atual situação do PSD e o medo que demonstra em ter apoiado quem apoiou e vir a ficar ‘mal na fotografia’, também ele culpado pelo mal que vão acabar por fazer ao PSD, e, bem mais importante do que isso, a todo o bloco de direita em Portugal.

Porque, apesar de termos deixado o Luís trabalhar, concluímos todos que, afinal, ele não quer nada com o trabalho (não o próprio, que nisso sempre foi exímio, mas o de executar as reformas que deveria para bem de Portugal)!

E se Passos Coelho deu expressão pública e notória a essa incapacidade, Cavaco veio enfatizá-la, pese embora essa sua indisposição permanente com quem não lhe presta vassalagem! O atual chefe do governo não tem capacidade para fazer o que devia e Aníbal Cavaco Silva, como seu mentor, desespera! Essa deve ser a leitura que teremos que fazer do artigo em questão

E como se não bastasse esse seu desespero com o Chega, eis que Jorge Miranda vem dar pública interpretação ao que circula por esse grupo… Ao afirmar que “o Chega não tem direito a estar no Tribunal Constitucional”, Jorge Miranda verbalizou o que pensa essa casta de ‘donos do regime’, esses ‘ayatollahs’ da Constituição”, esses guardiões da legitimidade republicana!!!

Ou seja, os mesmo que, após o 25 de Novembro de 1975, se apressaram a levantar a voz contra a ilegalização do Partido Comunista, em homenagem ao princípio máximo da liberdade e do respeito pelas ideias de todos, são os que agora defendem a exclusão do Chega da vida democrática (quando não, mesmo, a sua erradicação)!

O Chega existe sem ter de lhes pedir autorização… a eles e aos que na comunicação social se disfarçam de analistas para inclinar a realidade contra André Ventura. Cavaco não é o dono do regime, por muito que isso lhe custe, e a censura e a possibilidade de poucos determinarem o que todos podem dizer acabou a 24 de Abril de 1974.

E até o quem pode invocar e fazer de Francisco Sá Carneiro o seu modelo e a sua inspiração, não é ‘propriedade intelectual’ de ninguém!

Cá estaremos todos para ver essa realidade a acontecer com o Chega a ganhar eleições e a ser governo em Portugal, por muito que isso custe aos “marajás” do regime!!!