Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
Search
Rui Gomes da Silva

Poderia, hoje, falar sobre a crise do Médio Oriente ou – até – sobre o ódio aos EUA (agora disfarçado...

Poderia, hoje, falar sobre a crise do Médio Oriente ou – até – sobre o ódio aos EUA (agora disfarçado de ‘militantismo’ anti-Trump) de tanto ‘comentador’ que nos entra em casa, pela televisão, na sua esmagadora maioria sem saber do que está a falar!

Como poderia, ainda, abordar a – para mim – cada vez mais evidente reserva exclusiva de um ex-governante nas escolhas para o MAI, desde que Luís Montenegro assumiu as funções de PM.

Mas… prefiro, antes, regressar ao que, desde há alguns anos, tenho vindo a sustentar: o PSD caminha, de forma rápida e em plano inclinado, para a sua irrelevância política.

E, com esse desaparecimento como grande partido, Luís Montenegro será o último PM da história do PSD.

Uma crise que – depois de Pedro Passos Coelho ter abandonado o Governo nesse golpe palaciano que deu pelo nome de ‘Geringonça’ – teve Rui Rio como protagonista principal.

E, quando todos achavam que o ‘calvário’ poderia ter um fim, eis que o PSD de Luís Montenegro ganhou umas eleições à tangente (mesmo depois de o PS ter saído do Governo com acusações gravíssimas… incluindo as relativas ao dinheiro escondido em caixas de garrafas… na residência oficial do PM).

Durante alguns anos, fui alertando para esses erros, até ter decidido sair do PSD, depois de 48 anos de militância.

E, como se já não bastasse a erosão do poder, ampliada pela falta de projeto político da atual maioria (embora minoritária) parlamentar, eis que surgem os sinais evidentes de que já nem o Partido aguenta esse poder, que tentou ser absoluto, do eixo Espinho/Braga, centrado cada vez mais e só a Norte de Portugal.

O PSD profundo está a bater com a porta na cara da dupla Luís Montenegro/Hugo Soares, como o provaram as derrotas dos dois no mesmo dia (ironia do destino), nas eleições internas para a Distrital de Braga e da Concelhia de Espinho… e que poderá continuar nas próximas eleições para a Distrital de Lisboa.

Só não percebeu quem não quis… se calhar, os próprios e os seus acólitos mais próximos recusaram-se a ler o seu significado… mas tudo leva este PSD fraco e sem ideias a caminho do Bloco Central, que, porventura, a tal dupla referida não terá outra hipótese que não seja aceitar.

Um Bloco Central que alguns querem reeditar, com as exteriorizações bem evidentes nos apoios a António José Seguro, na 2ª volta das presidenciais (incluindo pessoas do círculo íntimo do poder partidário de Montenegro), passando pela escolha de Luís Neves para MAI ou de um ex-secretário de Estado de António Costa para um relevante cargo de nomeação política do Governo.

Eis um PSD em fim de ciclo!

Sem capacidade interna para ganhar eleições com grande significado político, sem capacidade para resistir ao Bloco Central, já como figurante, na sua preocupação de tentar combater o CHEGA, inconsequente e não conseguida, face ao cada vez maior apoio político ao seu líder.

E se o futuro será por aí (um Bloco Central de interesses, desesperados antes de os portugueses darem uma maioria absoluta a André Ventura), ficará a memória dos que, com a Nova Esperança, no PSD, lutaram, entre 1983 e 1985, contra o Bloco Central (Pedro Santana Lopes, Marcelo Rebelo de Sousa, Conceição Monteiro, José Manuel Durão Barroso, José Miguel Júdice… e, entre tantos outros, muito modestamente, eu próprio) ou de Aníbal Cavaco Silva que, sem querer saber dos invocados “interesses nacionais”, chegou à liderança do PSD e, mesmo com a entrada muito próxima de Portugal na então CEE, não hesitou no derrube desse mesmo Bloco Central.

Quando se governa por sondagens e não por princípios, quando se abdica das convicções por imposições de interesses de terceiros, quando não se tem poder para fazer escolhas, mas antes se tem de seguir o caminho que nos indicam, quando se decide por medo do MP ou da PJ (o que não significa não respeitar o que representam)… então o caminho, se não fica mais curto, pode – apenas – prolongar-se como aparência, sem qualquer rumo, sem concretizar o que quer que seja, sem fazer as reformas que Portugal precisa.

É esse, também, o fundamento das últimas posições de Pedro Passos Coelho.

Que – por causa da força que têm pela verdade que encerram – tanta irritação e tanto desconforto têm causado no núcleo duro do Governo, muito especialmente no eixo Espinho/Braga.

O que antecipa o fim anunciado.

Um fim que os próximos dias, as próximas semanas, mais provarão ser inevitável, pelas cedências ao PS… em tudo!

O fim do PSD, depois de um último estertor num Bloco Central contra André Ventura… num ‘apeadeiro’ onde descerão muitos dos, até agora, votantes da AD, que permitirão ao CHEGA e ao seu líder um caminho sereno e convicto para uma maioria absoluta, por mais cenários que os novos estrategas de Belém imaginem.

Para que – depois – não digam que foram surpreendidos!!!