Frase do dia

  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
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José Paulo Fafe

A eficácia é porventura uma das coisas mais importantes na política – tanto para quem está no poder, como para...

A eficácia é porventura uma das coisas mais importantes na política – tanto para quem está no poder, como para quem está na oposição.

Para uns e para outros, a eficácia política depende da capacidade de saber definir, decidir, e avaliar o que de facto interessa às pessoas, por muito que possamos achar que este ou aquele tema é circunstancial, que não possa passar de mero ‘folclore’. É isso que muitas vezes separa quem faz política de cátedra de quem a exerce percebendo o que faz ‘mossa’ na opinião pública, o que de facto mexe com as pessoas.

Atualmente, para quem está na oposição, a eficácia na política tem mais a ver com a forma como se comunica, do que com as alternativas a apresentar neste ou naquele setor da governação. Por muito que custe aos mais ‘puristas’, e aos que têm do exercício da política uma noção de nobreza e ‘arte’, hoje tudo se resume tão simplesmente ao ‘soundbyte’, à ‘frase-efeito’, ao ‘número’ que mais atenção possa gerar na opinião, que mais ‘posts’, ‘likes’ e partilhas provoque, no fundo, que mais mexa com a cabeça das pessoas.

Vem tudo isto a propósito do que, ao longo deste fim-de-semana, ouvi aos dois principais líderes da oposição: enquanto um, o socialista José Luís Carneiro, naquele seu estilo modorrento, resolveu vir falar aos portugueses do atraso na revisão do Conceito Estratégico de Defesa Nacional, um tema que lhes deve interessar tanto como a mudança de maré no golfo da Biscaia, já André Ventura, naquele seu estilo e tom habituais, surgiu a anunciar a decisão de chamar o governador do Banco de Portugal à Assembleia da República para que este “explique” a reforma de Mário Centeno e um suposto acordo secreto que concede ao antigo ministro aquilo que o líder do Chega chama de “benefícios escandalosos”.

Alguém tem alguma dúvida sobre qual destes pronunciamentos dos dois principais dirigentes da oposição é o mais eficaz?