Frase do dia

  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
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Gonçalo Lage

António José Seguro acabou de tomar posse como Presidente da República num panorama muito diferente dos anteriores Presidentes. Temos um...

António José Seguro acabou de tomar posse como Presidente da República num panorama muito diferente dos anteriores Presidentes. Temos um País com valores record de emprego, com taxa de desemprego em 5,6%, o valor mais baixo dos últimos 20 anos, próximo do que muitos economistas consideram pleno emprego, um crescimento económico previsto de 2,2% que se situa bem acima da média da zona euro, uma inflação controlada abaixo da meta do Banco Central Europeu (2%), uma divida pública projetada para ser menor que 90% do PIB (partimos de valores que chegaram a 130% há poucos anos atrás), um equilíbrio orçamental das contas públicas com registo de superavits e um reconhecimento internacional pelo facto da economia portuguesa combinar crescimento, baixa inflação e bom desempenho financeiro.

O salário mínimo tem subido mais do que estava previsto nos anos socialistas e sobretudo o salário médio tem acompanhado essa tendência de subida, deixando de existir uma aproximação entre os dois. Impostos a descer em dois anos consecutivos (nunca existiu semelhante feito na democracia portuguesa), e o rendimento real das famílias aumentou substancialmente.

Acresce que no campo político há uma janela de abertura para um período estável de governação, quer local quer nacional, depois das eleições presidenciais, que não devemos desperdiçar. Temos tido eleições atrás de eleições e chegou o momento de podermos ter um período de governação estável, focado na verdadeira política, na política que resolve os verdadeiros problemas das pessoas, ao invés da política focada na politiquice de denúncias anónimas, de notícias falsas, de discussão de questões assessórias e de sensacionalismo.

Este é um património que deve ser preservado. O papel do Presidente será garantir estabilidade institucional, exercer uma magistratura de influência responsável e assegurar que o país não regressa a políticas nefastas e imobilistas, que, no passado, fragilizaram a nossa economia. Num momento de consolidação, o que os portugueses esperam é equilíbrio, responsabilidade e compromisso com o progresso do país.

O que queremos é simples: que a Presidência da República seja um fator de estabilidade e não um regresso às políticas que tantas vezes travaram o desenvolvimento de Portugal. Para isso, há uma regra clara: o Partido Socialista deve ficar à porta do Palácio de Belém. Ficar à porta, esperar para entrar, limpar bem os pés no tapete — e só entrar quando for convidado. Tudo isto por uma razão muito simples: a bem de Portugal.