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  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
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João Vasco Almeida

A América americana, a do homem da Marlboro, tem muitos defeitos, feitios e qualidades. Uma das qualidades é a quantidade...

A América americana, a do homem da Marlboro, tem muitos defeitos, feitios e qualidades. Uma das qualidades é a quantidade de actos democráticos em que o Poder pergunta ao povo o que deve fazer. Uma tangente à democracia directa, em que cada um de nós pesa mais, pois toma mais decisões.

Anda aí um arrazoado penoso: a Assembleia da República, como lhe infelizmente compete, vai ter que votar juízes para o Tribunal Constitucional. Aliás, a AR só vota juízes do Tribunal Constitucional e o Presidente do Tribunal de Contas, cargos considerados de suma importância. Como sempre, trazem a panelinha. O PPD vira-se para o Chega!, depois para o PS, depois para a IL e tenta cozinhar, dando apenas a pedra, uma sopa de magistrados para que o Constitucional não fique “partidarizado”. Uma balela, pois são os deputados que pertencem a partidos que hão de escolher os homens e mulheres do mais alto Tribunal do país.

Chamo então à liça os Americanos da América. E, com eles, proponho que os Juizes do Constitucional, o presidente do Tribunal de Contas e, acrescento, o Procurador Geral da República sejam eleitos por voto directo dos portugueses.

Este modo de chamar “órgão de soberania” aos tribunais, mas, depois, a soberania ser corporativa e partidária, lembra-me uma sopa de caracóis com “perejil”, intragável, numa estação de serviço entre Salamanca e Plasencia. Era novo, rareavam as pesetas e tragava-se tudo para manter o corpo a funcionar.

Assim está MonteNegro, à beira de mais um ataque de partidarite, em vez de ter o rasgo de se sentar com pessoas e democratizar mais o Portugal.

Sinto que temos medo de referendos e eleições. Num “gonçalvismo” apocalíptico, tudo o que tenha voto do povo é visto de lado — as nossas pseudoelites temem a ignorância e o analfabetismo político das pessoas. E terão alguma razão, pois eles mesmos são reflexo da grande ignorância.

Talvez um dia não lhes doa mudar a regra e deixar a partidarite de lado e avançar para a cidadania concreta. Ou talvez não, arrastando assim o feudalismo das sedes partidárias sobre o povo inane.