Frase do dia

  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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Paulo Vieira da Silva

Após as muitas falhas do Governo Central que ficaram bem patentes com a tempestade Kristin e com tudo o se...

Após as muitas falhas do Governo Central que ficaram bem patentes com a tempestade Kristin e com tudo o se lhe seguiu, o tema da Regionalização voltou ao debate público e político.

Apenas um pequeno exemplo, hoje, passados 25 dias, cerca de 4.500 clientes da E-Redes continuam ainda sem energia eléctrica nas zonas mais afectadas pelo mau tempo.

Não me parece que com a regionalização o cenário fosse diferente.

Há 28 anos os portugueses foram chamados a pronunciarem-se em referendo sobre a organização do território. Foi-lhes perguntado se concordavam com a instituição em concreto das regiões administrativas. A resposta foi clara, 63,52 % dos portugueses responderam “Não”.

Se houvesse hoje um referendo o resultado dependeria muito do balanço que os portugueses fizessem entre a desilusão com o centralismo de Lisboa e o cepticismo em relação à classe política.

Não pretendendo entrar no campo da futurologia política acredito que o “Não” voltaria a ser maioritário, face à descrença dos portugueses nos políticos que têm governado o País nos últimos 52 anos.

Num País tão pequeno a descentralização deverá ser o caminho, atribuindo-se mais competências às CCDRs e às Autarquias, acompanhadas de meios humanos e financeiros, porque ninguém melhor que os autarcas conhecem a realidade e as necessidades reais do País, no lugar da criação uma nova camada de governos e de governantes regionais a que a Regionalização daria lugar sem quaisquer garantias de como funcionaria.

O processo deverá passar pelo aprofundamento do Municipalismo até porque temos uma história de um Poder Local com cinquenta anos de sucessos, em que sucessivamente a esmagadora maioria de Presidentes de Câmaras e de Juntas de Freguesia têm dado provas da sua dedicação e trabalho na resolução dos problemas das suas populações e na procura constante das melhores soluções para as suas terras e para o seu País.

Se dúvidas ainda poderiam existir, a resposta das Juntas de Freguesia e das Câmaras Municipais à tragédia que o País viveu desde o dia 28 de Janeiro foi cabal e esclarecedora.

 

(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)