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  • “José Sócrates roubou mais do que Salazar”, André Ventura
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A Polícia Judiciária (PJ) do Porto está a investigar uma alegada fraude na comparticipação do medicamento Ozempic, que poderá ter causado prejuízos superiores a 250 milhões de euros, entre 2020 e 2025, ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

No total, o Estado terá gastado cerca de 505 milhões de euros neste período, com um aumento significativo da despesa anual. Cada embalagem do medicamento custa entre 110 e 115 euros, mas desde fevereiro deste ano passou a ser comparticipada pelo SNS para adultos com diabetes tipo 2 e obesidade ou alto risco cardiovascular, reduzindo o preço em 90% para pouco mais de 10 euros. No entanto, segundo o Correio da Manhã, cerca de metade da despesa com este fármaco, indicado para diabetes tipo 2, terá sido utilizada para fins de emagrecimento.

O crescimento da procura, impulsionado pela eficácia do medicamento na perda de peso, levanta suspeitas de prescrição indevida fora das indicações comparticipadas.

O caso já levou à detenção de uma endocrinologista, suspeita de ter lesado o Estado em mais de 3 milhões de euros ao receitar o medicamento a utentes não diabéticos.

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