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  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
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Depois de uma petição com 17 mil assinaturas ter chegado ao Parlamento para discutir a descriminalização das terapias de conversão, há 54 mil e 300 pessoas que assinaram uma nova petição para “contrariar o objetivo” da primeira. Na descrição da iniciativa, disponível no site Petição Pública, pode ler-se que o objetivo é “deixar claro que há na sociedade muita gente que defende a autodeterminação e os direitos humanos”.

No início de março, foi entregue a primeira petição, que defendia o “fim da ideologia de género” e pedia a revogação da lei de 2024, que proíbe as práticas de repressão da identidade sexual.

A nova iniciativa tinha como objetivo alcançar as 20 mil assinaturas, mas já mais que duplicou essa meta. Numa mensagem endereçada ao presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, o grupo de cidadãos lembrou que a “Organização das Nações Unidas (ONU) e os seus especialistas em direitos humanos condenaram as “terapias de conversão” – práticas destinadas a mudar, suprimir ou modificar a orientação sexual ou a identidade de género de uma pessoa”.

As práticas são descritas pelos autores da petição como “prejudiciais, anti-científicas e potencialmente equivalentes à tortura”, e baseadas na “premissa falsa de que as pessoas LGBTQIA+ estão doentes e precisam de ser curadas”.

A petição foi criada por dois cidadãos, Maria Vaz e Pedro Salazar, e conta com apoio de algumas associações, como a Associação de mãe e pais pela liberdade de orientação sexual e identiddade de género (AMPLOS), a ILGA Portugal e a Opus Diversidades.

Notícia atualizada às 15h20 com o novo número de assinaturas

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