Frase do dia

  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
  • ''Ainda temos NATO?'', major-general Agostinho Costa
Search

O Tribunal Constitucional (TC) colocou um ponto final no processo judicial de Ricardo Salgado, após sucessivos recursos e reclamações apresentados pela defesa do ex-banqueiro.

No acórdão agora conhecido, os juízes consideram que os advogados recorreram a meios “manifestamente anómalos”, com o objetivo de atrasar o trânsito em julgado da decisão que condenou o antigo presidente do Banco Espírito Santo (BES) a uma pena de prisão efetiva.

O processo, que teve origem na Operação Marquês, levou à condenação de Ricardo Salgado, em março de 2022, a seis anos de prisão pelo crime de abuso de confiança, relacionado com a apropriação de mais de 10 milhões de euros do banco. Em maio de 2023, o Tribunal da Relação de Lisboa agravou a pena para oito anos de prisão, decisão que viria a ser confirmada, em fevereiro de 2024, pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Na sequência desse acórdão, a defesa de Salgado apresentou recurso para o Tribunal Constitucional, sustentando ser inconstitucional a aplicação de uma pena de prisão efetiva a um arguido então com 77 anos e com diagnóstico de doença de Alzheimer, identificado durante a fase de julgamento, ou, em alternativa, defendendo a suspensão da pena.

Em maio do ano passado, um coletivo de quatro juízes do TC rejeitou o recurso, considerando que o Supremo se limitou a apreciar a medida concreta da pena, sem violação de normas constitucionais. A defesa reagiu com uma reclamação para o plenário do Tribunal Constitucional, que foi igualmente indeferida, tendo sido apresentada, posteriormente, nova reclamação dessa decisão.

Perante esta sucessão de incidentes processuais, o Tribunal Constitucional sublinhou que a atuação da defesa visou apenas protelar o desfecho do processo. “Impõe-se, assim, (…) retirar as devidas consequências adjetivas da atuação processual do reclamante, consistente na dedução de sucessivos incidentes processuais, sem qualquer substância, cujo resultado é o retardamento do trânsito em julgado de todo o decidido nos autos por este Tribunal Constitucional”, lê-se no acórdão.

Em consequência, o TC declarou, a 16 de dezembro, o trânsito em julgado da decisão e determinou a devolução do processo ao Supremo Tribunal de Justiça, que o encaminhará para a primeira instância.

O tribunal de primeira instância deverá, contudo, dar cumprimento a uma determinação do Supremo, que ordenou a realização de uma nova avaliação psiquiátrica a Ricardo Salgado antes da execução da pena. Esse exame será decisivo para apurar se o arguido reúne condições para compreender o sentido da condenação ou se, pelo contrário, a pena de prisão deverá ser suspensa.

Recomendado para si

Michael Schumacher morreu, mas não o piloto de Fórmula 1. Trata-se de um escritor e biógrafo norte-americano que perdeu a vida aos 75 anos. A notícia da sua morte gerou uma enorme confusão nas redes sociais, com muitos internautas a acharem que era do automobilista alemão que se falava. De acordo com a família o prestigiado biógrafo morreu a 29 de dezembro, mas a informação do seu falecimento só…
António Costa, presidente do Conselho Europeu, garantiu esta quarta-feira, dia 7, que a União Europeia dará sempre apoio à Gronelândia e à Dinamarca, enfatizando que decisões sobre o território só podem ser tomadas com a participação direta destes atores e em conformidade com o direito internacional. Costa proferiu estas declarações a partir do Chipre, que esta semana assumiu a presidência…