Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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O apoio do Exército no pós-tempestade Kristin tem sido marcado por um arranque gradual e críticas de autarcas. Segundo o jornal Público, no dia seguinte à depressão, a Proteção Civil solicitou apenas quatro militares e três viaturas para Ferreira do Zêzere. A intervenção foi reforçada na quinta-feira com destacamentos de engenharia e geradores na Marinha Grande e Alvaiázere.

O porta-voz do Exército, Coronel Helder Parcelas, esclareceu que a instituição atua estritamente mediante pedidos formais da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), a quem cabe a coordenação e definição de prioridades. Apesar de o contingente ter atingido 240 operacionais no sábado, o apoio concentrou-se em apenas cinco localidades: Ferreira do Zêzere, Marinha Grande, Vieira de Leiria, Tomar e Figueiró dos Vinhos.

Esta distribuição geográfica gerou descontentamento, com autarcas de zonas fustigadas, como Leiria, a queixarem-se da ausência de ajuda militar. Em comunicado, o Exército sublinhou ter vastos meios em prontidão — incluindo equipas de limpeza, módulos de alimentação e capacidade para alojar mil pessoas — que permanecem imóveis por falta de requisição oficial da Proteção Civil.

Já a Marinha Portuguesa mobilizou 54 militares e diversos meios técnicos para as regiões mais fustigadas. Segundo o comunicado oficial da Marinha, o apoio foca-se na reposição de serviços essenciais e mobilidade na Região Centro.

Para colmatar as falhas de energia, foram disponibilizados cinco geradores nos municípios da Batalha, Figueira da Foz, Marinha Grande e Ourém. No terreno, os militares trabalham na desobstrução de vias, com especial incidência na Batalha, enquanto equipas com botes e drones monitorizam as margens do rio Mondego, apoiando os bombeiros de Montemor-o-Velho e Coimbra.

O dispositivo será alargado nas próximas horas à região de Leiria, onde, após coordenação com a autarquia, serão projetados dois pelotões de Fuzileiros e técnicos de eletricidade para reparações estruturais. Com este reforço, o balanço de vítimas no distrito de Leiria — que já conta com nove mortos, incluindo uma recente fatalidade por intoxicação em Segodim — sublinha a urgência destas operações de apoio à população.

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