Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
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A disputa interna no Partido Social Democrata em Espinho subiu de tom após a deputada Carolina Marques, próxima de Luís Montenegro, impugnar o resultado das eleições concelhias que ditaram a sua derrota frente a Ricardo Sousa. O caso, que ocorre na terra de Luís Montenegro, que nunca escondeu o apoio à candidata derrotada, expõe fraturas internas e levanta dúvidas sobre o funcionamento dos órgãos jurisdicionais do partido.

Na origem da impugnação estão alegadas irregularidades detetadas no ato eleitoral, embora, segundo Ricardo Sousa, estas digam respeito às eleições para órgãos distritais realizadas no mesmo dia — e não às da secção de Espinho. Aliás, numa carta aberta dirigida aos militantes, o dirigente afirma ter sido “legitimamente eleito” a 28 de fevereiro e acusa o Conselho de Jurisdição Distrital de determinar a repetição das eleições com base em factos “que nada têm que ver” com o sufrágio local.

No documento, Sousa manifesta “desalento e indignação”, criticando um processo que, diz, decorreu “sem notificar ou ouvir a outra parte”, alegando violação de princípios básicos de defesa e participação democrática. O responsável vai mais longe, sugerindo motivações políticas por detrás da decisão e apontando o apoio da direção nacional à lista derrotada como possível fator de pressão.

A impugnação apresentada por Carolina Marques abre assim um novo capítulo de tensão interna no PSD, com o caso a seguir agora para o Conselho de Jurisdição Nacional. Em pano de fundo, permanece a disputa pelo controlo da estrutura local e o impacto político de um conflito que ultrapassa Espinho e atinge a imagem de coesão do partido a nível nacional.

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