Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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Rui Borges, de 44 aos, assumiu este domingo, dia 10, na antevisão à deslocação a Vila do Conde, que o Sporting entra na penúltima jornada da Liga sob forte exigência competitiva e emocional, ainda a lutar pelo 2.º lugar e com a final da Taça de Portugal no horizonte.

Na conferência de imprensa, o treinador pediu um Sporting “exigente consigo mesmo” e lembrou que a equipa continua obrigada a responder, apesar do desgaste acumulado: “Ainda estamos na luta pelo 2.º lugar, temos uma final da Taça, e temos de criar essa exigência individual também para conseguirmos levar a melhor sobre o Rio Ave.”

Rui Borges reconheceu que manter o grupo focado nesta fase da época tem sido um desafio acrescido, depois de a equipa ter falhado o objetivo máximo no campeonato. “Era uma equipa que estava a lutar por tudo e agora já não pode ser campeã… É certo que ainda temos uma Taça, e é preciso mantê-los ligados, porque há um desgaste mental e também físico. É um grande desafio mantê-los com o mesmo foco.”

O técnico natural de Mirandela acrescentou mesmo que o plantel passou de um “balão cheio” para um “balão vazio”, numa imagem usada para descrever a quebra emocional das últimas semanas.

Sobre o adversário, Rui Borges deixou avisos claros. Considerou o Rio Ave uma equipa “muito física e competitiva”, valorizou a segunda volta dos vila-condenses e lembrou que o conjunto orientado pelo grego Sotiris Silaidopoulos joga sem pressão classificativa, o que pode torná-lo ainda mais perigoso: “É uma equipa tranquila, com a manutenção garantida, por isso não tem nada a perder. Vamos ter dificuldades, com toda a certeza.”

Questionado ainda sobre o mercado, o míster do clube de Alvalade recusou desviar atenções para nomes como Zalazar ou Palhinha. “Fala-se mais no mercado do que outras coisas”, lamentou, antes de reforçar: “Estou muito focado nos últimos três jogos, que ainda nos dão muita coisa, e não podemos descuidar-nos, porque já nos descuidámos o suficiente.”

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