Frase do dia

  • “Se falar muito, vou chorar”, Bernardo Silva, que já prepara o adeus ao Manchester City
  • “Se falar muito, vou chorar”, Bernardo Silva, que já prepara o adeus ao Manchester City
  • “Se falar muito, vou chorar”, Bernardo Silva, que já prepara o adeus ao Manchester City
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A Bulgária acordou esta segunda-feira, dia 20, com uma mudança política de grande alcance: Rumen Radev, de 62 anos, venceu as eleições legislativas e prepara-se para regressar ao poder, agora com condições para formar o primeiro governo de partido único em quase três décadas. Segundo os resultados oficiais parciais, o Progressive Bulgaria, liderado pelo antigo presidente, seguia com 44,7% dos votos, muito à frente das formações tradicionais, num escrutínio que confirma o colapso dos equilíbrios que marcaram o poder neste país de Leste nos últimos tempos.

A vitória de Radev é lida como um terramoto político num país que foi a eleições oito vezes em cinco anos, mergulhado em crises parlamentares, coligações frágeis e sucessivos escândalos de corrupção. Ex-chefe da Força Aérea e presidente entre 2017 e 2026, Rumen Radev construiu a campanha sobre a imagem de estabilidade e de rutura com o sistema partidário tradicional, capitalizando o desgaste do GERB e da coligação pró-europeia PP-DB.

Mas o resultado levanta também interrogações externas. Radev é visto como um homem pró-russo ou, pelo menos, favorável a uma reaproximação a Moscovo. Ao longo dos últimos anos, opôs-se ao envio de ajuda militar para a Ucrânia, criticou a política energética da União Europeia e contestou a entrada da Bulgária no euro nos moldes atuais. A Reuters nota, contudo, que analistas não esperam uma rutura imediata com Bruxelas nem com a NATO, até porque Sófia continua dependente de fundos europeus e do enquadramento estratégico ocidental.

Ainda assim, o desfecho eleitoral pode empurrar a Bulgária para uma posição diplomática mais ambígua entre o Ocidente e a Rússia. Mais do que uma simples alternância, a vitória de Rumen Radev fecha um ciclo de instabilidade e abre outro, marcado por dúvidas sobre o rumo europeu do país, a resposta à corrupção interna e o peso real que Moscovo poderá voltar a ganhar em Sófia.

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