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  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
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Sara Carbonero, de 42 anos, está a atravessar um dos momentos mais difíceis da sua vida, após ter perdido a mãe, Goyi Arévalo, que morreu no passado dia 13 de abril, depois de uma doença prolongada. A jornalista espanhola recorreu agora às redes sociais para partilhar uma emotiva carta de despedida, acompanhada por várias fotografias ao lado da progenitora, com quem mantinha uma relação muito próxima.

Ao longo do texto, Sara Carbonero expressa a dor profunda que sente e a dificuldade em lidar com a perda. “Como sinto a tua falta, como dói… Não consigo encontrar nenhum sentido ou direção, mãe… Aqui estou eu, a tremer enquanto escrevo as linhas mais difíceis da minha vida”, começou por partilhar.

“E faço isso por ti, porque sempre me dizias para escrever mais, que adoravas ler-me, estavas sempre a incentivar-me. Na verdade, eu fazia tudo por ti, mãe. Para que tu te orgulhasses, para te fazer sorrir, para te ver feliz. Ainda não consigo acreditar que o telefone não vai tocar todas as manhãs, a primeira das três ou quatro ligações do dia. Ou que nunca mais te poderei abraçar ou sentir o teu cheiro”, escreveu.

Num testemunho marcado pela emoção, Sara Carbonero descreve o vazio deixado pela mãe e a sensação de que tudo à sua volta perdeu sentido: “Nem poderei encontrar refúgio em ti ou ouvir os teus conselhos, os conselhos que sempre me salvaram. Acho que o mais difícil é que a vida continua como se nada tivesse acontecido, porque para mim é como se o mundo tivesse parado. Como se uma parte do meu corpo tivesse sido amputada. Eu sei que o que tu gostarias é que estivéssemos bem, por isso tento levantar-me todos os dias. Por isso não quero que a tristeza e a raiva que sinto agora me paralisem. Por isso aqui embaixo estamos mais unidos do que nunca, Irene [a irmã] , as crianças… Cuidamos uns dos outros da forma que tu gostarias”.

A comunicadora destacou ainda as qualidades da mãe, sublinhando o carinho e admiração que lhe eram reconhecidos por todos. “Mãe, onde quer que tu estejas, preciso que saibas que deixaste um vazio enorme porque eras uma mulher excepcional. Não tens ideia de quanto as pessoas te amavam e de como todos têm falado de ti nestes últimos dias. A igreja estava cheia. Todos os que tiveram a sorte de te conhecer descrevem-te como uma mulher boa, generosa, doce, corajosa e discreta. Uma mulher que nunca disse uma palavra ruim sobre ninguém, uma mulher sem preconceitos. Uma mulher que era puro amor e bondade, que se esforçava ao máximo pelos outros. […] Que grande honra é ser sua filha”, acrescentou.

Apesar da dor, Sara Carbonero refere encontrar algum conforto na ideia de que a mãe estará “num lugar melhor”, garantindo que a sua memória permanecerá viva. “A tua memória viverá para sempre”, concluiu.

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