Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
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Portugal registou, em 2025, o melhor ano de sempre nas exportações da saúde, faturando 5,653 mil milhões de euros nos mercados internacionais. Os dados da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) revelam que a Alemanha e os Estados Unidos são os principais destinos de uma fileira que hoje representa 7,1% das exportações totais de bens de Portugal, apesar de manter um saldo comercial negativo.

As exportações de bens da Fileira da Saúde em Portugal — um ecossistema que agrega desde a indústria farmacêutica ao fabrico de dispositivos médicos e biotecnologia — atingiram um máximo histórico de 5,653 mil milhões de euros em 2025. Segundo a AICEP, este valor reflete um crescimento de 37,9% face a 2024, consolidando o setor como um pilar estratégico que já representa 7,1% do comércio internacional de bens do país.

A estrutura das exportações é amplamente dominada pelos Preparados Farmacêuticos, que concentram 85,2% do total. Seguem-se os Instrumentos Médicos (10,5%), os Produtos Farmacêuticos de Base (3,8%) e os Equipamentos (0,5%). No que respeita aos mercados externos, a Alemanha mantém-se como o principal destino, liderando um grupo onde se destacam também os Estados Unidos, Espanha e França.

Apesar de ser um setor que envolve cerca de 120 mil empresas e gera um volume de negócios superior a 40 mil milhões de euros, a sua balança comercial permanece deficitária. Em 2025, o saldo negativo fixou-se em 3,345 mil milhões de euros, resultado de importações de 8,998 mil milhões de euros, com um coeficiente de cobertura de 62,8%. Os dados confirmam a trajetória de Portugal como um parceiro competitivo e inovador nas indústrias globais da saúde.

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