Frase do dia

  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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As seguradoras a operar em Portugal já liquidaram ou adiantaram 303 milhões de euros em indemnizações devido aos estragos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro. Segundo os dados divulgados no dia 6 pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS), o balanço final dos danos cobertos deverá ultrapassar a barreira dos mil milhões de euros.

No total, foram registadas 185 mil participações de sinistros, das quais 95 mil já se encontram encerradas ou em fase de pagamento. A habitação foi o setor mais castigado, com perdas estimadas em 481 milhões de euros. Geograficamente, o concelho de Leiria lidera o volume de danos, seguido pela Marinha Grande e por Pombal, refletindo a severidade das intempéries na zona centro.

O anúncio da APS coincide com o início da “Presidência Aberta” de António José Seguro. O Presidente da República deslocou-se na segunda-feira, dia 6, aos distritos de Castelo Branco e Santarém para visitar as populações afetadas, sublinhando a necessidade de “acelerar os apoios” e garantir que a recuperação das regiões fustigadas não sofra novos atrasos.

Embora as empresas de seguros reafirmem o compromisso de máxima rapidez, a APS alerta que a gestão de alguns processos exige o cumprimento rigoroso de procedimentos legais e contratuais para evitar abusos e assegurar que as verbas cheguem aos legítimos beneficiários.

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