Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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O Aeroporto Humberto Delgado voltou a registar fortes constrangimentos no controlo de fronteiras, com passageiros a enfrentarem longos tempos de espera devido a falhas no sistema europeu de registo de entradas e saídas.

Segundo relatos de passageiros, para vários voos estariam disponíveis apenas oito máquinas automáticas, duas destinadas a todos os passaportes e seis para cidadãos europeus, sendo que o sistema biométrico não estaria a funcionar. Perante a falha tecnológica, o controlo passou a ser assegurado exclusivamente por agentes da Polícia de Segurança Pública.

As dificuldades operacionais levaram a situações de congestionamento, com passageiros, incluindo pessoas com mobilidade reduzida e famílias com bebés, a aguardarem cerca de 45 minutos para atravessar a zona de controlo.

Nas últimas semanas, a implementação do novo Sistema de Entrada e Saída (EES), um mecanismo europeu que visa substituir o carimbo manual de passaportes por um registo digital com dados biométricos, tem provocado constrangimentos em vários pontos da Europa.

Em Lisboa, os problemas não são novos. A ativação recente do sistema já tinha originado longas filas e atrasos significativos no controlo de imigração, obrigando as autoridades a ajustar procedimentos no terreno.

O aeroporto da capital portuguesa, que movimenta mais de 36 milhões de passageiros por ano, é já considerado um dos mais congestionados da Europa, o que agrava o impacto de falhas tecnológicas desta natureza.

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