Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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O Partido Socialista (PS) surge em primeiro lugar nas intenções de voto dos portugueses, com 30,6%, no barómetro DN/Aximage de abril, ultrapassando a coligação PSD/CDS-PP, que fica pelos 24,3%. Embora não seja a primeira sondagem que coloca o partido de José Luís Carneiro à frente, desta vez regista a maior diferença para o segundo lugar. O Chega regressa ao terceiro lugar, com 23,6%.

Uma das razões apontadas para a queda do nível de satisfação dos portugueses face ao Governo de Luís Montenegro é o aumento do custo de vida, provocados pela guerra no Médio Oriente. Há mais pessoas a dar nota negativa ao Executivo, 54%, além de que subiu para 17% quem considera a ação dos sociais democratas má ou muito má.

A insatisfação terá sido capitalizada pelo PS, que, além de ultrapassar o PSD/CDS-PP, se distanciou em mais de seis pontos percentuais do primeiro lugar. No barómetro de março, os socialistas já lideravam as intenções de voto, mas com uma percentagem de 27%. Então, os três principais partidos distanciavam-se apenas por 1,2 pontos percentuais. PSD/CDS-PP e Chega têm descidas semelhantes.

A Iniciativa Liberal continua como quarta força política, mas recua para os 7%. Já o Livre é um dos destaques da sondagem, ao subir de 4,2%, em março, para 5,8%, em abril. Os restantes partidos da esquerda ficam bastante para trás: CDU com 2,5%, PAN, com 1,8% e Bloco de Esquerda, com 0,8%.

Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto são força ao PS

Olhando para a distribuição geográfica das intenções de voto, verifica-se que o crescimento do PS surge principalmente na Área Metropolitana de Lisboa (AML), com 29,4% (mais 7,2% do que em março) e do Porto (AMP), com 37,8% (mais 6,5%).

Por outro lado, a coligação PSD/CDS-PP regista uma queda generalizada em quase todas as regiões do País, com exceção do Norte, onde reforça para 39,4%. A AML dá o pior resultado, 13,8%, empurrando a coligação para trás do PS e do Chega.

O Chega lidera à volta de Lisboa, com 31,7%, no Sul e Ilhas, com 29,1%, e cai no Norte, com apenas 8,1%.

Os eleitores mais velhos e de classes mais altas preferem o PS, com percentagens de 41,2% e 33%, respetivamente. O PSD/CDS-PP ultrapassa o Chega na classe mais baixa, com 35,9%, e domina entre os mais jovens, com 25,5% na faixa etária dos 18 aos 34 anos. São os adultos entre os 35 e os 49 anos que mais apoio dão ao Chega, com uma intenção de voto de 35,8%.

Apesar do crescimento do PS, Montenegro continua a ser o mais confiável

José Luís Carneiro parece ter mais dificuldade em convencer o eleitorado como líder, quer do Governo, quer da oposição. Luís Montenegro recolhe 27% da confiança dos inquiridos, contra 23% de Carneiro e 22% de André Ventura, líder do Chega. De qualquer modo, há 20% dos inquiridos que diz não confiar em nenhum dos três.

O presidente do Chega destaca-se como claro favorito para líder da oposição, reunindo 53% das respostas. O segundo lugar, atribuído a Carneiro, surge bem mais a baixo, nos 24%. Ainda assim, Ventura perdeu 6% desde março, enquanto o socialista subiu três pontos percentuais.

Quanto às avaliações positivas, Montenegro tem a maior percentagem, de 44%, embora reúna 47% de negativas. O líder socialista apresenta o maior equilíbrio, com 41% positivas e 42% negativas. Já Ventura tem a maior percentagem de avaliações negativas, 61%. Nenhum líder obtém, desse modo, rácio positivo.

O barómetro DN/Aximage deste mês foi realizado entre 10 e 15 de abril, com um universo de 500 entrevistas. A margem de erro é de + ou – 4,4%, para um intervalo de confiança de 95%.

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