Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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Com o custo de vida a subir, dia após dia, fazer compras no supermercado é um dos maiores desafios das famílias portuguesas. O cabaz alimentar essencial voltou a bater recordes e já vai em 257,95 euros, refletindo aumentos generalizados que atingem produtos básicos de mercearia, frescos, laticínios e proteínas.

Há alimentos, como a massa espiral e o atum em óleo vegetal, que encareceram entre 16% e 24%. Já produtos frescos, como tomate, curgete e couve coração, acumulam subidas que chegam aos 50%, impulsionadas por quebras na produção e pelo impacto das condições meteorológicas adversas no início do ano. Também a batata, a cebola e a cenoura têm vindo a encarecer de forma contínua, refletindo custos agrícolas mais elevados.

Nos laticínios, o leite e os iogurtes continuam a subir devido ao aumento dos custos de produção, enquanto o azeite permanece em níveis historicamente altos, pressionado pela escassez internacional. Quantos às proteínas, as carnes de frango e de porco registaram subidas moderadas, tal como o peixe congelado.

A escalada dos preços tem vários fatores como a guerra do Médio Oriente, custos de produção elevados e as cheias que destruíram várias colheitas no início do ano.

Se compararmos o atual valor do cabaz alimentar de 2022 – ano em que a DECO começou a acompanhar o valor dos alimentos essenciais –, a diferença é de mais 70 euros.

Apesar do cenário desafiante, a associação de defesa do consumidor sublinha que continuar a monitorizar preços e comparar alternativas pode ajudar a minimizar o impacto no orçamento.

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