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  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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A 87.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta promete novidades e uma ambição clara de projeção internacional. A prova, que vai para a estrada entre 5 e 16 de agosto, poderá contar com a presença da UAE Team Emirates, considerada uma das mais fortes do pelotão mundial.

A intenção dos novos organizadores passa por elevar o estatuto da corrida, transformando-a num evento com maior visibilidade fora de portas. “É um super evento e os portugueses têm de acreditar nisso. Há corridas com muito orçamento que não chegam nem de longe ao nível que tem a Volta a Portugal”, sublinhou o diretor da Volta a Portugal, Ezequiel Mosquera. O antigo ciclista acrescentou ainda a importância da transmissão internacional, assegurada pelo canal Eurosport.

O responsável revelou que o objetivo passa por levar a prova a todo o território nacional, envolvendo novas localidades e reforçando a ligação a Portugal: “A novidade é que ‘tocaremos’ todo o País. A intenção é que o português médio veja o mapa e diga: isto é a Volta a Portugal.”

Sem romper totalmente com a tradição, a organização pretende introduzir mudanças de forma gradual. “Também não queremos ser alvo de críticas e que nos digam ‘este chegou aqui e mudou tudo da noite para a manhã’”, explicou Mosquera, garantindo que haverá inovação sem perder a identidade da competição.

Entre os pontos emblemáticos, algumas referências históricas deverão manter-se, embora com possíveis alterações no formato. “Provavelmente” subidas como a Torre ou a Senhora da Graça continuarão presentes, ainda que “se calhar de uma maneira diferente”.

A aposta passa também por diversificar o percurso e incluir locais menos habituais no roteiro da prova: “Queremos, sobretudo, procurar localidades icónicas portuguesas, que até agora estavam mais fora do radar da Volta a Portugal, conservando algumas etapas, e estar em todo o País.”

Outro dos objetivos passa por reposicionar a corrida no panorama internacional do ciclismo, deixando de ser vista como um evento essencialmente interno. A ambição é clara: aproximar a prova de uma “mini-Volta a França”, atraindo equipas de topo e despertando o interesse do público estrangeiro.

Além da possível presença da UAE Emirates, a organização admite que outras equipas do WorldTour possam marcar presença na edição deste ano, reforçando a competitividade e o prestígio da competição.

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