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  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
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Portugal registou seis ondas de calor em terra e ondas de calor marítimas moderadas, no ano passado. No entanto, apesar do tempo seco no verão, Portugal teve condições mais húmidas do que a média europeia. Esta é a conclusão apresentada no relatório ‘European State of the Climate’ (ESOTC). O documento destaca temperaturas recorde no continente, a maior área ardida de sempre, resultado dos incêndios florestais, caudais de rios constantemente abaixo da média, tempestades e inundações.

Em março de 2025, a Península Ibérica tinha os solos 31% mais húmidos do que a média para o mês, tendo o País recebido 229% mais chuva do que a média dos meses de março.

Segundo o relatório, 2025 foi o quinto mais quente em Portugal continental desde 1931 (e o terceiro mais chuvoso desde 2000) e teve seis ondas de calor: três no verão, uma na primavera e duas no outono. De julho a outubro, mais de metade do continente esteve em seca meteorológica.

Apesar de a generalidade dos rios europeus registar um caudal inferior ao normal, na Península Ibérica, durante a primavera, os caudais foram muito superiores à média, nomeadamente nas bacias do Tejo e do Guadiana, devido a uma sucessão de tempestades e chuvas fortes e persistentes, que causaram várias inundações.

Em termos gerais, o relatório indica que 2025 será o terceiro mais quente de que há registo, depois de temperaturas sem precedentes em 2023 e 2024, sendo este o ano mais quente e o primeiro com uma temperatura média superior a 1,5º C acima do nível pré-industrial.

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