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  • “Lukebakio não gostou de sair mas tem de correr para trás e dar ao pedal”, José Mourinho
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O Papa Leão XIV assinalou este domingo, dia 26, o 40.º aniversário do desastre nuclear de Chernobyl, classificando o episódio como um “aviso” duradouro para a humanidade e apelando a um uso responsável da energia atómica.

Após a recitação do Regina Coeli, oração que substitui o Angelus no período pascal, o pontífice sublinhou a necessidade de prudência nas decisões globais. “Desejo que, em todos os níveis de decisão, prevaleçam sempre o discernimento e a responsabilidade, para que cada utilização da energia atómica esteja ao serviço da vida e da paz”, afirmou.

O acidente ocorreu a 26 de abril de 1986, quando o reator número 4 da central nuclear de Chernobyl, então localizada na União Soviética (atual Ucrânia), explodiu durante um teste de segurança, libertando uma enorme quantidade de material radioativo para a atmosfera. Considerada a pior catástrofe nuclear civil da história, teve consequências ambientais e humanas que ainda hoje se fazem sentir.

Leão XIV recordou que o incidente “marcou a consciência da humanidade” e permanece como um alerta para os perigos associados a tecnologias de grande poder. O Papa evocou ainda as vítimas da tragédia e “todos aqueles que ainda sofrem as suas consequências”, confiando-os à misericórdia de Deus.

Na mesma intervenção, o líder da Igreja Católica fez também referência aos conflitos armados, criticando aqueles que, ao explorarem recursos ou alimentarem guerras, “não fazem mais do que privar-nos a todos da possibilidade de um futuro de paz e serenidade”.

As comemorações do aniversário estenderam-se a vários países. Em Moscovo, centenas de pessoas homenagearam os chamados “liquidadores”, os mais de 600 mil técnicos, militares e socorristas envolvidos nas operações de contenção. O diretor da agência nuclear russa Rosatom, Alexei Likhachev, destacou que o desastre obrigou a uma “revisão completa dos conceitos de segurança”, assegurando que “hoje em dia, a possibilidade de ocorrer um cenário como o de Chernobyl nos reatores nucleares russos foi descartada”.

Na Ucrânia, realizaram-se cerimónias evocativas em Kiev e noutras cidades, com minutos de silêncio, deposição de flores e eventos culturais. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, aproveitou a data para acusar a Rússia de “terrorismo nuclear”, no contexto da guerra em curso desde 2022, alertando para os riscos associados à ocupação da central de Zaporijia, a maior da Europa. O líder ucraniano denunciou ainda incidentes recentes, incluindo o impacto de um drone na estrutura de proteção de Chernobyl em 2025, afirmando que Moscovo está “mais uma vez a levar o mundo ao limite de uma catástrofe provocada pelo homem”.

O número total de vítimas do desastre permanece incerto. Embora a contagem oficial inicial apontasse para 31 mortos, estimativas posteriores indicam que milhares de pessoas poderão ter morrido ou desenvolvido doenças relacionadas com a exposição à radiação.

Também os Estados Unidos assinalaram a data, considerando que o acidente “mudou para sempre a forma como o mundo pensa a segurança nuclear”, levando à criação de normas internacionais mais rigorosas.

Por sua vez, o Movimento Ibérico Antinuclear alertou que a nuvem radioativa libertada em 1986 atravessou grande parte da Europa e continua a ter impacto ambiental. “Chernobyl continua a lembrar-nos que não há energia nuclear segura. Há apenas riscos que, mais cedo ou mais tarde, se tornam realidade”, defendeu a organização.

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