Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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O vídeo partilhado pelo criador de conteúdos Diogo Massena tornou-se viral ao estabelecer uma ponte visual entre o passado e o presente da cidade do Porto. Através de imagens do Arquivo Histórico Municipal do Porto, a publicação recorda as cheias monumentais que marcaram o século XX, servindo de termo de comparação para as inundações devastadoras que assolaram também a Invicta em janeiro de 2026.

O registo histórico mostra a Ribeira submersa em épocas onde a força do Douro era desafiada apenas pela resiliência manual dos tripeiros. Embora a tecnologia tenha evoluído, a vulnerabilidade da zona baixa da cidade permanece crítica. Em 2026, a combinação de marés vivas e o transbordo do rio recordou o Porto de que a natureza não esquece os seus antigos leitos.

As reações dos lojistas locais na publicação de Massena misturam a nostalgia com um profundo desânimo. Muitos comerciantes da Rua de Cimo de Vila e da Alfândega comentaram que, apesar dos sistemas de alerta modernos, a “fúria das águas” de 2026 deixou marcas físicas e económicas superiores às registadas nos arquivos. “Ver estas imagens de 1909 faz-nos sentir parte de uma história de luta que nunca acaba”, desabafou um dos lojistas, cujo estabelecimento foi severamente afetado pela recente subida das águas.

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