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  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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A televisão estatal do Irão confirmou, na noite de sábado, dia 28, a morte do líder supremo, Ali Khamenei, num anúncio marcado pela forte emoção dos jornalistas em estúdio.

Durante a emissão em cadeia nacional, a estação exibiu imagens de arquivo do aiatolá com uma faixa preta em sinal de luto. Um dos pivôs, vestido com cores escuras, leu o comunicado oficial visivelmente abalado, chegando a interromper momentaneamente a leitura. “A grande nação do Irão lamenta a nobre alma do líder”, declarou, com a voz embargada.

Noutra emissão, um segundo apresentador anunciou que o “Grande Aiatolá Ali Khamenei, Líder Supremo da Revolução Islâmica, foi hoje martirizado num ataque criminoso conjunto dos Estados Unidos e do regime sionista”, antes de se emocionar e começar a chorar em direto. As expressões de consternação foram amplamente partilhadas nas redes sociais.

O comunicado transmitido descrevia a morte como um “martírio”, afirmando que o líder “provou o néctar do martírio” e “ascendeu aos céus”, concluindo com a expressão religiosa: “A Allah pertencemos e a Ele retornaremos”.

Ao longo da programação especial, a televisão estatal repetiu discursos antigos de Khamenei e imagens de cerimónias religiosas e encontros oficiais, num ambiente de luto evidente tanto no tom da emissão como na postura dos profissionais em estúdio.

O Governo iraniano decretou 40 dias de luto oficial e sete dias de feriado nacional. O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica reagiu também através dos meios estatais, prometendo firmeza e continuidade perante os acontecimentos.

Créditos: @WarLensOffical / X

Créditos: @BMT_FreeIran / X

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