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  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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As cidades portuguesas têm o maior número de mortos em acidentes rodoviários de toda a União Europeia (UE). Em média, 55% das mortes na estrada acontecem em acidentes rodoviários em zonas urbanas, um número acima da média europeia (39%).

O valor aumentou depois da pandemia, segundo divulgou a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) em relatório. No período de 2022 a 2025, registou-se uma “evolução dicotómica entre dentro e fora das localidades”, segundo o documento a que a Lusa teve acesso. Enquanto fora das localidades “é mantida uma redução consistente da mortalidade (-17,8% a 24 horas após o acidente e -15,8% a 30 dias após o acidente), dentro das localidades verifica-se uma tendência inversa, “com aumentos de 8% e 5,9%, respetivamente”. Ambos os cenários registam um aumento “significativo” de feridos graves.

Os dados refletem que, em Portugal, “a prioridade de intervenção é nas cidades (moderação de velocidade, infraestrutura pedonal e ciclável, conflitos entre veículos de duas rodas a motor e tráfego urbano)”.

Relativamente às autoestradas portuguesas, a ANSR considera-as “relativamente seguras”, estando “o problema concentrado nas vias urbanas e rurais”. A proporção de autoestradas na rede total corresponde a 21,7%, mas as mortes nessas vias representam 8%.

Em comparação com Espanha, Portugal apresenta um “problema de excesso de velocidade declarado em zona urbana mais grave”: 65,2% contra 48,4%. O risco de acidentes intensifica-se no verão, época que reúne mais de 30% das vítimas mortais e dos feridos graves.

A comparação internacional indica que Portugal “melhorou de forma muito significativa nas últimas duas décadas, reduzindo a taxa de mortalidade rodoviária por milhão de habitantes de 118,8, em 2005, para 58,1, em 2024”. Ainda assim, a evolução “não foi suficiente para assegurar convergência com os países europeus mais seguros”.

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