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  • “O Governo é inimigo dos trabalhadores”, Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP
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O cabaz alimentar, monitorizado pela DECO Proteste, voltou a alcançar um novo recorde e custa agora 260,89 euros. Desde o início do ano o capaz essencial de 63 produtos custa mais 19,06 euros, com uma subida de 7.88%. Os preços destes alimentos estão a subir há sete semanas consecutivas e nunca estiveram tão caros desde que começaram a ser monitorados, em 2022.

“O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste custa esta semana 260,89 euros, mais 1,37 euros face à semana anterior” – assim divulga a organização de defesa do consumidor o novo recorde. De 15 a 22 de abril as maiores subidas de preços verificaram-se nos flocos de cereais (em 19% para 2,78 euros), no café torrado moído (em 16% para 5,28 euros por quilo) e nos douradinhos de peixe (em 13% para 5,86 euros).

Quando comparamos aos preços de há um ano, a subida é aibda mais acentuada: 22,16 euros. No início de 2022 o cabaz esteve 73,19 euros mais barato, numa subida de quase 39% face a 2026. Os alimentos que mais dispararam foram a carne de novilho (122% ), a couve coração (104%) e os ovos (84%).

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