Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
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António José Seguro, de 64 anos, assinalou esta sexta-feira, 1, o Dia do Trabalhador com uma intervenção centrada na precariedade, no custo de vida e na necessidade de garantir trabalho com condições dignas, numa mensagem divulgada pela Presidência da República a propósito do 1.º de Maio.

Depois de alguns recados no 25 de abril, o 1.º de Maio não é exceção, com vários recados para o Governo de Luís Montenegro. O chefe de Estado mantém a tónica e sublinhou que esta data “não é apenas uma data no calendário”, mas “a afirmação de que a dignidade do trabalho é inseparável da dignidade humana”, ligando a evocação histórica da jornada laboral aos problemas concretos enfrentados hoje pelos trabalhadores.

Na mensagem, o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa descreveu um contexto marcado por “muitas inquietações”, apontando as guerras, a desaceleração económica e a inflação, que, nas suas palavras, “corrói o salário antes de ele chegar ao fim do mês”. O Presidente da República destacou ainda o impacto da Inteligência Artificial e da robótica no emprego e deixou uma crítica direta à fragilidade laboral, ao afirmar que “a precariedade instalou-se em demasiados contratos, em demasiadas vidas, como se fosse uma inevitabilidade”.

Seguro procurou, ao mesmo tempo, dar um tom de mobilização à intervenção. Recordou que “a resposta nunca foi a resignação – foi a organização, a exigência e a luta por direitos” e defendeu que os desafios atuais, embora novos na forma, continuam a depender de escolhas políticas. “A precariedade não é uma lei da natureza”, escreveu, acrescentando que “o trabalho tem de compensar – tem de pagar a renda, a alimentação e o futuro dos filhos.”

A fechar, o Presidente deixou uma promessa política clara aos trabalhadores portugueses, em Portugal e na diáspora: “Esta Presidência nunca estará indiferente às vossas causas” e “nunca aceitarei em silêncio que quem trabalha não consiga viver com dignidade.” A mensagem coloca o tema do trabalho no centro da agenda social de Belém num momento de forte tensão em torno da lei laboral (a CGTP marcou uma greve geral para 3 de junho) e das condições salariais.

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