Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
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O 1.º de Maio da CGTP, com um grande desfile entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, ficou marcado, esta sexta-feira, dia 1, pela contestação ao pacote laboral do Governo e pelo anúncio de uma nova greve geral para 3 de junho.

Num dia de luta, com milhares de pessoas na rua, Tiago Oliveira insistiu, em declarações às televisões, que a principal exigência dos trabalhadores é a retirada da proposta de alteração à legislação laboral:
“A CGTP vai convocar hoje, no 1.º de Maio, todos os trabalhadores para aderirem a uma grande greve geral no próximo dia 3 de junho.”

O dirigente garantiu que a central sindical vai continuar “este caminho de denúncia” e de “luta por uma vida melhor”, mantendo como objetivo a rejeição do pacote laboral.

Tiago Oliveira acusou o Governo de não conhecer “as dificuldades de quem trabalha” e de estar “de mãos dadas com a maioria dos patrões”

Para a CGTP, a proposta continua a incluir medidas que agravam a precariedade, facilitam despedimentos, alargam o recurso ao ‘outsourcing’ e ao banco de horas, dificultam a ação sindical e atacam o direito à greve.

“Passaram-se nove meses” desde a apresentação do pacote, “nada mudou, está tudo lá”, criticou o secretário-geral da CGTP, classificando o processo negocial como “uma encenação, uma telenovela”.

Entre palavras de ordem contra o Governo e cartazes a exigir direitos, a central sindical transformou o Dia do Trabalhador num novo momento de mobilização: da Alameda saiu a confirmação de que a contestação laboral vai continuar nas ruas e nos locais de trabalho.

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