Frase do dia

  • “Lukebakio não gostou de sair mas tem de correr para trás e dar ao pedal”, José Mourinho
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Portugal encontra-se em plena fase crítica de combate à vespa asiática (Vespa velutina). Com a chegada da primavera e o fim do período de hibernação, diversos municípios de norte a sul do país lançaram operações de larga escala para travar a propagação desta espécie invasora, que ameaça a biodiversidade, a produção agrícola e a segurança pública.

Em Almada, a Proteção Civil já instalou 125 armadilhas estratégicas, focando-se na captura das “vespas fundadoras” para impedir a criação de novos ninhos. Estratégia semelhante é seguida em Alenquer, onde 250 dispositivos foram distribuídos pelo território, e em Alcochete, que recorre a empresas especializadas para a monitorização de zonas de risco. Mais a leste, em Castelo Branco, o combate ganhou uma vertente educativa com a “Brigada do Garrafão”, envolvendo escolas na construção de dispositivos de captura. Mas por todo o país as medidas estão a ser colocadas em prática para reduzir os efeitos nefastos da vespa asiática.

Como ajudar no combate?
A colaboração dos cidadãos é considerada fundamental pelas autoridades. Além da monitorização passiva, municípios como o Montijo e Castelo Branco incentivam a criação de armadilhas artesanais. Utilizando garrafas de plástico transparentes com furos laterais, os cidadãos podem colocar um isco eficaz composto por uma mistura de vinho branco, cerveja preta e xarope de groselha. Esta combinação atrai a vespa asiática, mas o álcool afasta as abelhas autóctones.

As autoridades deixam, contudo, um aviso sério: nunca tente remover um ninho pelos seus próprios meios. Em caso de avistamento, deve manter a distância e reportar de imediato a localização.

Contactos e Reporte de Ocorrências:
Para além dos serviços municipais de Proteção Civil de cada concelho, existem canais centrais para a sinalização de ninhos a nível nacional:

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